18 Janeiro, 2010
Campus Party 2010
Em sua terceira edição no Brasil, a Campus Party promoverá entre os dias 25 a 31 de janeiro, no Centro de Exposições Imigrantes, o encontro entre palestrantes e o público interessado em descobrir tendências e atualizar-se sobre o que há de mais recente no universo da tecnologia.
Foram disponibilizados 6.000 ingressos para a edição de 2010, sendo que 5968 deles já foram vendidos até a manhã dessa segunda-feira, segundo o site <http://www.campus-party.com.br/> do evento. A grande estrela do Campus Party 2010 será Lawrence Lessig, um dos fundadores da Creative Commons e um dos maiores defensores da Internet livre e do direito à distribuição de bens culturais. Ele fará uma palestra no palco principal da arena no dia 29 de janeiro, às 19h00.
Outros palestrantes que participarão da programação desse ano são Kevin Mitnick, um "hacker" bastante conhecido por suas ações na web; o brasileiro Marco Figueiredo, pesquisador do Centro de Vôos Espaciais Goddard da NASA; David Neeleman, fundador da Morris Air e Jet Blue, e recentemente, da Azul Linhas Aéreas; além de Scott Goodstein, estrategista político da campanha de Barack Obama.
A Campus Party conta com o patrocínio da Telefônica e tem como parceiros o governos municipal, estadual e federal. O total de investimentos na edição de 2010 ficou em R$ 7,5 milhões.
# postado por Imagem Corporativa @ 15:00
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18 Dezembro, 2009
COP 15 gerou média de 1,2 mil tweets por hora
A Conferência de Copenhague, que discutiu metas globais de redução de emissões de dióxido de carbono, foi amplamente citada no Twitter durante esta semana. De acordo com levantamento realizado pela área digital da agência Imagem Corporativa, o pico de postagens sobre o tema com o termo #Copenhagen gerou variações de 1.115 a 1.214 tweets feitos por hora contendo citações sobre o evento.
Para a conferência, 35 novas contas foram abertas no serviço de microblogging para tratar de assuntos diretamente ligados à reunião. Oito delas são em português, sendo que a quantidade média de seguidores dos perfis brasileiros é de 400 usuários.
Durante segunda (14/12) e terça-feira (15/12), os termos #COP15 e #Copenhagen constaram na lista de Trending Topics ao longo do dia. Nesses dois dias também foi registrado o maior volume de postagens em português: variações de 112 a 170 tweets por hora.
# postado por Imagem Corporativa @ 19:03
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16 Dezembro, 2009
Ibope aponta que acesso via banda larga dobrou entre 2005 e 2008
Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 11/12 apontam que 80,3% da população brasileira utilizou banda larga para acessar a Internet em domicílio no ano de 2008. Os acessos por conexão discada representam 8,3% e outros 1,7% acessaram a rede por meio das duas formas. Se comparado a dados de 2005, o crescimento na utilização de banda larga quase dobrou: naquele ano, o percentual havia sido de 41,2%.
Motivos de acesso
Em 2008, comunicação com outras pessoas (83,2%) e atividades de lazer (68,6%) foram as maiores motivações de acesso. Em terceiro lugar foram apontados fins educacionais e de aprendizado (65,9%), que em 2005 foram os principais motivos para os internautas se conectarem.
O levantamento também listou leitura de jornais e revistas (48,6%), busca de informações e outros serviços (25,5%), compra ou encomenda de bens e serviços (15,4%), interação com autoridades públicas ou órgãos do governo (15,2%) e transações bancárias ou financeiras (13,1%).
Referência da pesquisa
Os dados divulgados pelo IBGE englobam a pesquisa do Pnad 2008 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) que mensura o acesso à Internet e posse de telefone móvel para uso pessoal no Brasil. Os 56 milhões de usuários de internet, com 10 anos ou mais, tiveram acesso à web durante o período de três meses anteriores à pesquisa e representam 34,8% da população.
# postado por Imagem Corporativa @ 18:55
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14 Dezembro, 2009
Mercedes-Benz e Unilever estão entre as marcas mais poderosas do Brasil
A empresa Superbrands anunciará na próxima quarta-feira, dia 16, as marcas com maior índice de respeitabilidade e poder de influência no mercado brasileiro. Entre as empresas de diversos segmentos avaliadas e destacadas como as mais poderosas, estão a Unilever, Mercedes-Benz, Google, Nike, Rede Globo, entre outras.
O estudo que será divulgado está na sua quinta edição e foi elaborado pela IAM Consulting, empresa especializada em avaliação e gestão dos chamados “ativos intangíveis”, (percepções do mercado a respeito de determinada marca e seus negócios), que são fundamentais para a consolidação de uma empresa.
A metodologia utilizada chama-se “Índice de Força da Marca”, e é calculada a partir de 35 atributos, com pesos diferenciados. A média da pontuação é obtida a partir de macro indicadores como Preço/Valor Agregado, Produto/Serviço, Canal de Venda/Distribuição, Pós Venda, Qualidade e efetividade do Marketing e Comunicação e Sustentabilidade.
# postado por Imagem Corporativa @ 17:53
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07 Dezembro, 2009
Manifestação organizada via Facebook reúne 500 mil em Roma

O Facebook, rede social com 350 milhões de integrantes, foi utilizado como ferramenta para mobilização política em Roma, em 05/12, contra o primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi.
A ação conjunta de internautas batizada de “No-B Day” - Dia do Não a Berlusconi - conseguiu mobilizar 500 mil pessoas de acordo com dados da agência de notícias EFE. A multidão realizou uma passeata entre a Praça da República e a Basílica de São João de Latrão, onde foi montado um palco para discursos e show de encerramento do ato. Os manifestantes contrários à atuação de Berlusconi pediram sua renúncia e expressaram sua insatisfação política durante o evento.
Segundo Gianfranco Mascia, um dos organizadores da manifestação, o protesto foi realizado por “cidadãos na internet e graças à internet”. A articulação teve início no mês de outubro e foi coordenada por apenas seis blogueiros.
# postado por Imagem Corporativa @ 17:05
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01 Dezembro, 2009
Twitter é a palavra do ano de 2009, informa pesquisa
O microblogging Twitter é a palavra com maior número de menções na língua inglesa em 2009, segundo pesquisa da Global Language Monitor (GML). O GML é uma empresa que mapeia tendências de linguagem mundiais e seu impacto na política, cultura e negócios.
A palavra que nomeia o serviço de postagens em até 140 caracteres ultrapassou outras bastante representativas neste ano, como “Obama”, “H1N1” e “Vampiro”.
O presidente do GLM, Paul JJ Payack, chamou atenção para o fato da palavra “Twitter” ter se mantido no topo das menções em língua inglesa em um ano conturbado, que passou pelos “efeitos de um tsunami econômico, a morte de um ícone pop (Michael Jackson), uma pandemia e abalos no universo político-mundial”.
Ainda segundo Payack, o Twitter representa uma nova forma de interação social e pontuou: “é de se imaginar onde esse ‘impraticável’ limite de palavras irá nos levar.”
O resultado da pesquisa mostra a assimilação da ferramenta no cotidiano das pessoas. Hoje o Twitter tem uma média de 20 milhões de acessos mensais, sendo que 8,7 milhões são internautas brasileiros.
# postado por Imagem Corporativa @ 18:12
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28 Setembro, 2009
Web 2.0 gera benefícios para os negócios, avaliam executivos
Pesquisa realizada pela empresa de consultoria McKinsey indica que os investimentos de empresas na web 2.0 já têm retornos positivos mensuráveis. Um levantamento global com cerca de 1.700 executivos mostra a percepção desse impacto dentro de suas organizações; em sua relação com os clientes; e nas suas relações com fornecedores, parceiros e especialistas.
Entre os entrevistados, 69% relataram que a web 2.0 gera benefícios nos negócios, incluindo mais produtos e serviços inovadores, ampliação de mercado, qualidade e rapidez no acesso ao conhecimento, menor custo na realização de negócios e, consequentemente, maior receita.
As empresas que mais utilizam tecnologia (heavy users) têm ainda mais benefícios. O resultado apontou que as empresas mais bem sucedidas têm a prática de integrar não apenas a Web 2.0 com o fluxo de trabalho dos seus empregados, mas também criar uma sociedade em rede com os seus clientes e fornecedores por meio das ferramentas. Essas tecnologias e ferramentas continuam despertando grande interesse pelas empresas, que, de forma geral, continuarão a investir em web mesmo com cenário de recessão.
# postado por Imagem Corporativa @ 13:50
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28 Setembro, 2009
Empresas brasileiras precisam ser mais ativas em relação ao meio ambiente, avalia correspondente do FT
A correspondente de meio ambiente do jornal britânico Financial Times, Fiona Harvey, falou em Londres à Imagem Corporativa sobre a questão ambiental no Brasil, incluindo a Amazônia, Etanol, a postura de empresas e consumidores. Com sólida experiência em jornalismo científico, Harvey está no FT desde 2000, tendo passado a cobrir temas ambientais em 2004; ocasionalmente seus textos são traduzidos no Valor Econômico. Ela ganhou o Foreign Press Association Award em 2005, por uma matéria sobre as mudanças climáticas, e foi finalista do prêmio Environment Reporter of the Year no mesmo ano.
A jornalista participa também de diversos fóruns internacionais de discussão do tema – esteve no Brasil em março para o encontro Jornalismo, política e clima, promovido em Brasília com apoio da embaixada britânica. Recentemente participou da conferência The politics of climate change na London School of Economics and Political Science (LSE).
Confira aqui alguns trechos da entrevista:
Amazônia
“Eu acredito que o mundo precisa compensar o Brasil por manter a floresta preservada, por meio da destinação de recursos para questões estruturais que ajudariam as pessoas e, consequentemente, o meio ambiente. Eu acompanho as ações inteligentes que estão sendo desenvolvidas pelo governo brasileiro. Isso tem bastante valor, mas existem muitas iniciativas necessárias que são caras para manter. A Amazônia oferece um serviço para todo o mundo. Dessa forma, todo o mundo precisa pagar por isso.”
Empresas brasileiras
“É muito difícil falar sobre as empresas brasileiras, pois eu não as conheço profundamente. A impressão que tenho é que as questões ambientais não são a principal prioridade. Talvez seja uma falsa ideia; parece que existem outros assuntos mais importantes. As companhias precisam ser mais ativas nessa área. Existe um relatório muito interessante, divulgado há alguns meses, sobre a devastação da Amazônia ligando esse fato à produção de carne e de couro – que, por sua vez, está relacionada diretamente a grandes empresas europeias no campo da moda e da alimentação. A partir deste relatório, esses grandes grupos começaram a pressionar os fornecedores brasileiros. Este é um exemplo de iniciativa que resultou em uma ação.”
Consumidor
“As ONGs podem influenciar partes representativas de uma cadeia que começa com o consumidor. A pessoa que compra o produto pressiona a marca, que pressiona o fornecedor, que pressiona individualmente (no caso da carne, por exemplo), cada fazendeiro. Campanhas conduzidas por essas organizações têm contribuído muito para ampliar a consciência do consumidor. No Brasil, essa pode ser uma ferramenta muito poderosa. Uma empresa no campo da agricultura que vende para grandes marcas precisa satisfazer as demandas dos seus clientes, utilizando práticas ambientalmente corretas.”
O Brasil é um importante exportador agrícola e pode continuar expandindo seus negócios sem destruir a Amazônia. Há alguns anos não existia uma agroindústria tão forte que tivesse recursos para preservar o meio ambiente, mas hoje existe.”
Etanol
“Uma das coisas mais admiráveis do Brasil é que muitos carros são movidos a etanol. Acredito que, se a cana de açúcar é produzida de forma ambientalmente correta, seguindo os princípios da sustentabilidade, não existem razões para não se usar o biocombustível. Nos Estados Unidos, por exemplo, a produção desse tipo de combustível é feita de modo ineficiente. Este não é um bom caminho. Algumas pessoas são extremamente contra o etanol. Dizer que todos os biocombustíveis são ruins não é verdadeiro: se a produção ocorre corretamente, certamente esta fonte energética pode contribuir para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Acho que um grande tema para esse setor são as tarifas, impostas pelos Estados Unidos. Acredito que o Brasil tem argumentos muito fortes para tentar reduzir essa taxação.”
# postado por Imagem Corporativa @ 15:05
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