05 Maio, 2010
A batalha dos navegadores
A democratização do acesso à internet engendrou maior competitividade entre as empresas que disputam clientes cativos em seus respectivos nichos, e onde a web pode ser um fator decisivo. Quanto maior a procura por serviços, maior a oferta e o acirramento da competitividade entre as empresas.
Os navegadores para utilização da web seguem essa tendência, como informa o site NetApplications, especializado em mensuração de estatísticas sobre tecnologias da web. O Internet Explorer, desenvolvido pela Microsoft, navegador que durante anos foi a única referência dos internautas, tem perdido espaço para o Firefox e o Chrome, segundo medição do site.
Em maio de 2008, por exemplo, o Internet Explorer detinha 75,94% da cota do mercado, enquanto no mês de abril de 2009 estava com 67,77%, e agora, em abril de 2010 possui 59,95%. O segundo colocado, o Firefox, possuía 18,30% do público na web em maio de 2008, subiu para 23,84% em abril de 2009 e 24,59% no último mês.
Já o Chrome, que detém atualmente 6,73% do mercado, possuía apenas 1,79% do público há apenas um ano, o que denota um crescimento bastante expressivo no período. Em quarto lugar, vem o Safari, que há um ano detinha 3,53% dos usuários, e se encontra atualmente com 4,72% do público usuário da web.
# postado por Imagem Corporativa @ 14:14
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30 Março, 2010
Fusão entre Ricardo Eletro e Insinuante é discutida nas redes sociais
A fusão entre as redes varejistas Ricardo Eletro e Insinuante na última segunda-feira (29/03) foi amplamente comentada pelos internautas nas redes sociais. Entre ontem e hoje foram registradas 240 ocorrências em blogs sobre o negócio. No Twitter, são mais de 1.500 postagens sobre o assunto, com teor predominantemente positivo. Já no Orkut, quatro novos tópicos de discussão foram abertos em diferentes comunidades.
Durante o mês de janeiro, um levantamento realizado pela agência Imagem Corporativa sobre o setor varejista em redes sociais havia apontado a Ricardo Eletro como a empresa com melhor reputação entre os usuários da rede, enquanto a Insinuante estava na sexta colocação. A fusão entre as duas empresas deverá alavancá-las quanto ao volume de postagens nos próximos meses e redesenhar o cenário do setor nas redes sociais.
# postado por Imagem Corporativa @ 10:49
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18 Março, 2010
Disputa sobre royalties de petróleo é discutida no Twitter
Durante a tarde de quarta-feira (17/03), internautas do Brasil inteiro mobilizaram-se no microblog Twitter para manifestar seu apreço ou oposição à emenda dos deputados federais Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) e Humberto Couto (PPS-MG), aprovada no dia 10/03. A emenda altera o projeto de lei que incide sobre a divisão dos royalties e participação dos estados e municípios brasileiros na exploração do petróleo e da camada do pré-sal.
Desde as 16h00, aproximadamente, até as 20h00, a palavra “Ibsen Pinheiro” constava entre os trending topics do Twitter no Brasil - uma coluna paralela às postagens na qual as hashtags, ou palavras mais mencionadas, são elencadas de acordo com o volume de menções. Às 16h30, por exemplo, a palavra era a segunda mais mencionada pelos internautas.
O governador de São Paulo José Serra, usuário do Twitter, também foi instado a postar no canal e declarou: “é correta a preocupação de beneficiar todo o país com o petróleo, mas não se pode arruinar o Rio de Janeiro e o Espírito Santo”.
A mobilização na web foi impulsionada pela passeata ocorrida no centro do Rio de Janeiro em protesto à proposta, que teve inclusive discurso da apresentadora Xuxa. Segundo os manifestantes, o novo projeto de lei pode prejudicar a arrecadação de royalties pelo estado, influindo até sobre o orçamento destinado às Olimpíadas – de acordo com a alegação do governador Sérgio Cabral.
# postado por Imagem Corporativa @ 11:29
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15 Março, 2010
O Dia Mundial do Consumidor e os desafios da era digital
A história do Dia Mundial do Consumidor, que tem sua origem na data de 15 de março de 1962, está vinculada a um período especificamente progressista, de profundas mudanças sociais provenientes do mundo que emergiu da Segunda Guerra Mundial e que culminou nos anos da Guerra Fria, quando a questão da transparência das empresas entrou na pauta dos governos e agências regulatórias.
Naquele mês de março de 1962, o então presidente John F. Kennedy, símbolo do espírito progressista que marcou a primeira metade da década de 60, enviou ao Congresso norte-americano um carta em que defendia quatro pontos inalienáveis de direitos dos cidadãos que compram produtos: o direito de obter segurança dos produtos adquiridos; a transparência quanto às informações e propriedades do produto; direito a multiplicidade de marcas e produtos a serem escolhidos, e o direito do consumidor ser ouvido pelos governos e empresas.
Dessa forma, o presidente Kennedy abriu a discussão quanto aos limites que devem ser impostos às empresas no que tange ao respeito e a obrigatoriedade de um bom atendimento a todo e qualquer consumidor, a despeito do mero vínculo econômico que existe entre as partes. O consumidor também se viu obrigado a comprar produtos com maior perícia, ou seja, analisar prazo de validade, contra-indicações, etc, de modo a zelar por sua própria saúde.
Somente no ano de 1985 a ONU oficializou a data do "Dia Mundial do Consumidor". O Brasil, por sua vez, adotou a efeméride no ano de 2002, doze anos após da promulgação do Código de Defesa do Consumidor, em 1990, um verdadeiro divisor de águas na jurisdição brasileira e que instaurou uma nova era quanto à transparência nas relações entre consumidores e empresas.
Vivemos agora os novos desafios das empresas mediante os consumidores. Com o advento da internet e, em especial, das redes sociais, o consumidor ganhou um poder de barganha e de crítica que antes não existia. O diálogo foi ampliado, e a voz de qualquer consumidor passou a ser ouvida com mais atenção. Basta que uma centena de consumidores insatisfeitos se reúnam em determinado espaço (Twitter, comunidades do Orkut, blogs) para reclamar de marcas ou produtos e está deflagrada uma crise institucional na empresa, que, por sua vez, precisa contar com uma equipe de comunicação atenta e eficiente às críticas para que o problema seja rapidamente solucionado.
Por outro lado, as empresas contam com códigos éticos e de produção mais rígidos, proporcionando uma oferta de produtos com muito mais qualidade, o que aumenta a confiança do consumidor. A longo prazo, é desenvolvido o respeito e admiração do público pela empresa, credenciando-a a crescer no mercado e a criar um bem intangível que hoje é reconhecidamente o mais importante de todos: sua reputação.
# postado por Imagem Corporativa @ 16:35
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12 Março, 2010
Manual de conduta na internet para agentes públicos
A proliferação do uso das redes sociais em ambientes de trabalho cresce dia a dia, e as empresas aos poucos vão adequando-se a esse fato e estabelecendo normas e diretrizes para o seu uso, que agora se estendeu ao governo federal.
O jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem na última quarta-feira, 10/03, intitulada “Governo enquadra ministros twitteiros” . O texto chama atenção para uma cartilha de comportamento digital em ambiente de trabalho que deverá ser entregue a todos os funcionários públicos neste ano de eleições.
A principal recomendação é para que os funcionários não utilizem computadores ou celulares para postar mensagens no Twitter e Facebook durante o expediente. Os ministros Paulo Bernardo (Planejamento) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais), segundo o jornal, costumam opinar assiduamente por esses canais durante o dia. A partir de agora, terão de fazê-lo após o horário comercial e por meio de aparelhos pessoais.
Além do manual de conduta, palestras serão realizadas para os funcionários a partir da próxima terça-feira, 16/03. A cartilha foi intitulada “Condutas vedadas aos agentes públicos federais durante as eleições”, elaborada sob a chancela do advogado-geral da União, Luis Inácio Lucena Adams.
# postado por Imagem Corporativa @ 10:12
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10 Março, 2010
A bolha da Internet
Há dez anos, a bolsa eletrônica de valores norte-americana Nasdaq sofreu um revés que mudaria o curso das empresas e dos negócios ligados ao ramo da internet e tecnologia.
Os acontecimentos que deram origem à chamada “bolha da internet” foram os indícios de que a euforia com a hipervalorização das empresas ponto.com e com a chamada “Nova Economia” estava envolta em fragilidade: jovens empreendedores e os gurus da tecnologia ditavam tendências e anunciavam um futuro promissor para empresas que não possuíam solidez suficiente. As oscilações intensas das ações do Yahoo, por exemplo, também indicavam fissuras profundas na Nasdaq.
O colapso aconteceu em março de 2000. O índice do Nasdaq saltou de 2.600 pontos em abril de 1999 para mais de 5 mil pontos no pico máximo durante a sessão de trading no dia 10 de março. A partir de 28 de março, a Nasdaq voltaria a cair vertiginosamente até 14 de abril (queda de 34% em duas semanas e meia). Nessa data, a quebra do Nasdaq foi de 10%, a quarta maior da história das bolsas americanas em apenas um dia.
Um caso célebre que ilustra a euforia do período foi o alardeado “negócio da década”, entre a AOL – American On Line - que estava na proa dos negócios ligados à internet – e a Time-Warner, gigante do entretenimento e da mídia norte-americana. A transação foi aclamada pela imprensa, mas passada uma década, se mostrou um grande equívoco.
Ao longo dessa semana, a imprensa relembra esses episódios como forma de revisar, analisar e entender esses acontecimentos, focando alguns pontos essenciais do novo cenário: a ascensão e liderança do Google (e os problemas decorrentes dessa eminência), o crescimento exponencial do uso de redes sociais e novas tecnologias e negócios vinculadas à web, como o Kindle e o Ipad.
# postado por Imagem Corporativa @ 11:01
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18 Janeiro, 2010
Campus Party 2010
Em sua terceira edição no Brasil, a Campus Party promoverá entre os dias 25 a 31 de janeiro, no Centro de Exposições Imigrantes, o encontro entre palestrantes e o público interessado em descobrir tendências e atualizar-se sobre o que há de mais recente no universo da tecnologia.
Foram disponibilizados 6.000 ingressos para a edição de 2010, sendo que 5968 deles já foram vendidos até a manhã dessa segunda-feira, segundo o site <http://www.campus-party.com.br/> do evento. A grande estrela do Campus Party 2010 será Lawrence Lessig, um dos fundadores da Creative Commons e um dos maiores defensores da Internet livre e do direito à distribuição de bens culturais. Ele fará uma palestra no palco principal da arena no dia 29 de janeiro, às 19h00.
Outros palestrantes que participarão da programação desse ano são Kevin Mitnick, um "hacker" bastante conhecido por suas ações na web; o brasileiro Marco Figueiredo, pesquisador do Centro de Vôos Espaciais Goddard da NASA; David Neeleman, fundador da Morris Air e Jet Blue, e recentemente, da Azul Linhas Aéreas; além de Scott Goodstein, estrategista político da campanha de Barack Obama.
A Campus Party conta com o patrocínio da Telefônica e tem como parceiros o governos municipal, estadual e federal. O total de investimentos na edição de 2010 ficou em R$ 7,5 milhões.
# postado por Imagem Corporativa @ 15:00
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18 Dezembro, 2009
COP 15 gerou média de 1,2 mil tweets por hora
A Conferência de Copenhague, que discutiu metas globais de redução de emissões de dióxido de carbono, foi amplamente citada no Twitter durante esta semana. De acordo com levantamento realizado pela área digital da agência Imagem Corporativa, o pico de postagens sobre o tema com o termo #Copenhagen gerou variações de 1.115 a 1.214 tweets feitos por hora contendo citações sobre o evento.
Para a conferência, 35 novas contas foram abertas no serviço de microblogging para tratar de assuntos diretamente ligados à reunião. Oito delas são em português, sendo que a quantidade média de seguidores dos perfis brasileiros é de 400 usuários.
Durante segunda (14/12) e terça-feira (15/12), os termos #COP15 e #Copenhagen constaram na lista de Trending Topics ao longo do dia. Nesses dois dias também foi registrado o maior volume de postagens em português: variações de 112 a 170 tweets por hora.
# postado por Imagem Corporativa @ 19:03
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