26 Março, 2008

Novos tempos

Transparência e ética são palavras cada vez mais presentes no vocabulário da imprensa e da sociedade em geral. A democratização do país, a expansão dos veículos de comunicação com a ampliação dos canais de informação, assim como o desenvolvimento de novas tecnologias, fazem com que as pessoas policiem comportamentos, expressem publicamente sua indignação, exijam punições, denunciem irregularidades, boicotem produtos, enfim, que acompanhem de perto os movimentos dos governos, das empresas, das ONGs, dos políticos, e de outros agentes sociais.
Com base nesse cenário, é possível afirmar que o Brasil está deixando de ser o país da impunidade, onde as irregularidades eram escondidas facilmente. As pessoas começaram a ficar mais atentas e passaram a reclamar seus direitos. Quando atitudes incorretas são descobertas, os envolvidos perdem credibilidade e reputação, quando não toda uma imagem positiva construída ao longo de décadas.
No mundo corporativo, os estragos são imensos. As grandes empresas brasileiras já perceberam isso e, assim, começaram a criar procedimentos para assegurar o cumprimento de determinadas normas de conduta. Manuais de ética, rigorosos sistemas de governança corporativa e adequação às exigências do mercado são alguns dos mecanismos utilizados pelas companhias. Mesmo com todas essas ferramentas, as corporações não estão livres das crises. Por isso, precisam estar preparadas para situações adversas, que exigem, acima de tudo, transparência, humildade para assumir os erros e vontade para corrigir ou amenizar os problemas causados. A mentira e a negação são as piores atitudes tomadas nesses momentos.
Para potencializar as crises, soma-se a esses fatores a expansão do sentimento de responsabilidade global. As pessoas estão mais conscientes do seu papel social e de sua contribuição para a perpetuidade do planeta, rejeitando e punindo os que não se enquadram nos seus padrões. Dessa forma, a sobrevivência de uma empresa na sociedade moderna também está atrelada ao seu comprometimento com questões de interesse público. 

# postado por Imagem Corporativa @ 10:43
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24 Março, 2008

IC Digital Index: Nokia tem melhor visibilidade na web

A Nokia foi a marca de aparelhos celulares mais bem avaliada pelos internautas brasileiros em fevereiro de 2008. A informação é do IC Digital Index, levantamento que consiste no acompanhamento de imagem das empresas nos chamados espaços sociais da web – blogs e comunidades virtuais. A Sony Ericsson ficou na segunda colocação. Já a Motorola obteve o terceiro lugar.

Foram examinados 1.400 posts em blogs (os 200 registros mais importantes de cada uma das marcas em número de acessos) e 700 comunidades no Orkut (as 100 mais representativas de cada uma das marcas), avaliando o teor dos comentários publicados em cada um deles. O objetivo é observar oscilações e destaques na imagem das fabricantes de aparelhos de telefonia celular no universo da internet.

Os assuntos abordados com maior freqüência no período analisado foram lançamentos e design de novos aparelhos, as novas tecnologias de conexão com a internet e a possibilidade de captação da TV digital no celular. Em menor escala, foram citados o atendimento em lojas, bloqueio de aparelhos e a participação de mercado de cada um dos players do setor.

A Nokia, primeira colocada, foi destaque a respeito da qualidade dos aparelhos da marca, principalmente em relação ao design e à duração da bateria. Inovação e novas tecnologias foram outros temas associados à marca. Em segundo lugar, a marca nipo-sueca Sony foi destaque em smartphones da Sony Ericsson, principais responsáveis pela colocação, associando a marca ao conceito de alta tecnologia. A Motorola, terceiro lugar no IC Digital Index, teve comentários negativos feitos em relação à dificuldade técnica que os internautas enfrentam ao tentar desbloquear, por conta própria, os aparelhos da marca.

É a primeira vez que o IC Digital Index, realizado e divulgado pela agência de comunicação Imagem Corporativa (www.imagemcorporativa.com.br), analisa o setor de aparelhos celulares. Foram avaliadas na pesquisa sete marcas (Benq-Siemens, Kyocera, LG, Motorola, Nokia, Samsung e Sony Ericsson), que concentram cerca de 97% dos comentários em blogs e comunidades virtuais.

No Brasil, segundo pesquisa do Ibope Net/Ratings, atualmente existem cerca de 37 milhões de internautas. Este público cria seus próprios conteúdos de acordo com suas experiências e percepções sobre os mais diversos assuntos, nos mais diversos formatos, como blogs e comunidades virtuais. Este novo tipo de veículo de comunicação – consumer generated media, conforme foi batizada nos EUA – tem se apresentado como uma fonte alternativa de informação às mídias tradicionais e ganhado cada vez mais importância.

A Imagem Corporativa realiza periodicamente monitoramentos setoriais nas áreas automotiva, telefonia fixa e celular, financeira, varejo e setor aéreo, entre outras.

# postado por Imagem Corporativa @ 10:07
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18 Março, 2008

Consumo e Varejo: Tendências

Recentemente, a Deloitte, uma das mais respeitadas organizações de consultoria e auditoria do mundo, divulgou os resultados da 11ª edição do Global Powers of Retailing, que, entre outras informações, apresenta as principais tendências no varejo para 2008.


A responsabilidade social aparece como o principal desafio na conquista do consumidor. Empresas que apresentarem políticas sólidas nessa prática deverão ter mais sucesso, já que a preocupação com a prática do consumo consciente cresce a cada dia. Outras tendências destacadas no estudo são a maior participação dos produtos de baixo custo e a necessidade de agregar serviços diferenciados.


Não é de hoje que empresas alinhadas a estas tendências estão sendo acompanhadas pela mídia, em seus acertos e erros:

O desafio de cativar a baixa renda, Revista Exame, abr/2007
 
Programa Lavoisier Popular aumenta em 90% o atendimento, Portal Saúde Business Web, out/2007
 
Marketing Verde – será que agora vai?, Blog do Marinho, mar/2008
 
Sustentabilidade: Produtos Verdes da Philips respondem por 20% da receita, Agência Estado, fev/2008

# postado por Imagem Corporativa @ 10:00
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11 Março, 2008

Balanço social à prova de avaliação independente

 

O avanço de ações de responsabilidade social e ambiental nas empresas é patente, desde a redução de desperdícios até a implementação de melhorias sócio-ambientais. Como resultado há o incremento legítimo de sua imagem, do valor de suas ações e até da facilidade para financiamentos. Porém, cada vez mais as organizações estão sendo questionadas sobre a eficácia de suas iniciativas, até mesmo sobre o conteúdo de seu balanço social. 

A Shell, na Inglaterra, após publicar seu balanço social foi avaliada por um trabalho alternativo de uma ONG. O assunto foi abordado pelo ativista e jornalista George Monbiot em sua coluna semanal no jornal inglês The Guardian, no qual questiona a redução de dióxido de carbono divulgada pela petrolífera. Monbiot arremata: “As empresas não podem publicar apenas as informações que lhes convêm”.

No Brasil, mesmo que em outro compasso, a sociedade, a mídia e as redes na internet começam a criar seus mecanismos de vigilância, e a mirar projetos que não são realmente sustentáveis.

 

# postado por Imagem Corporativa @ 12:44
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07 Março, 2008

Respeito valioso

Sob o guarda-chuva da Responsabilidade Social, muitas empresas realmente assumem práticas efetivas de inclusão de pessoas e comunidades, programas que geram oportunidades reais para o resgate da cidadania. E o fazem sem concessões a paternalismos, ou seja, impulsionam comunidades ao desenvolvimento como parceiras, entes sociais iguais aos cidadãos a quem buscam beneficiar.

Empresas como Klabin e Gerdau são exemplares desse tipo de conduta – e vão além, inserindo as ações de Responsabilidade Social em seu próprio processo produtivo, fixando uma troca justa entre empresa e destinatário das ações que alimenta a roda da economia. A Gerdau, por exemplo, promove desde 2006 um programa de incentivo e apoio na criação e gestão de cooperativas de catadores de sucata, que trabalham na triagem de material proveniente da coleta seletiva de lixo das cidades onde estão instaladas. A empresa apóia a organização das entidades ao fornecer assessoria para sua  sua implantação e gestão, além de oferecer maquinário, uniformes e equipamentos de proteção pessoal (EPIs). O objetivo da companhia é ampliar sua rede de fornecimento de sucata ferrosa, um dos principais insumos utilizados na produção do aço, e estimular o crescimento das comunidades onde atua.

Já a Klabin, com seu Programa de Fomento Florestal, ajuda pequenos e médios proprietários a formar florestas em áreas ociosas e marginais de suas propriedades rurais, garantindo fonte extra de renda e sua permanência na área em que residem. Ao mesmo tempo assegura matéria-prima para as suas atividades.

Com isso, as empresas guardam um valioso (e até silencioso) respeito pelos beneficiados. Aos comunicadores, cabe usar do mesmo respeito na hora de divulgar as ações: protagonistas são todos, não só (ou principalmente) as empresas.

# postado por Imagem Corporativa @ 18:45
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