27 Março, 2009

Japão gastará mais para recuperar economia

 
Mostrando-se claramente alinhado ao lado dos EUA nas discussões sobre como enfrentar os efeitos da crise financeira mundial, o governo japonês se comprometeu com a Casa Branca em aumentar o montante de recursos destinado a recuperar a economia do País – elevando o total a 10 trilhões de ienes.
 
De acordo com o Asahi Shimbun, o ministro Kaoru Yosano (Finanças) confirmou que seu país destinará 2% do PIB em medidas de estímulo durante encontro com o Secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, na última sexta-feira (13).
 
Enquanto isso, a economia real japonesa continua sendo afetada pelo desaquecimento global. A montadora Toyota anunciou que irá cortar pela metade o número de contratações em 2009 – que, de acordo com o The Japan Times, será limitado a 1.400 (incluindo funcionários temporários que se tornarem efetivos).
 
Estado x mercado
 
A discussão sobre o modelo mais adequado para a condução econômica dos países continua sendo um dos principais tópicos abordados por colunistas na imprensa especializada. Hoje foi a vez de Martin Kettle, do The Guardian, defender o fim da polarização entre Estado e mercado – defendendo que eles não são mutuamente exclusivos.
 
Citando a observação da Nobel Amartya Sem, o colunista lembra que os países ricos dependem do Estado para a oferta de serviços públicos, enquanto as antigas economias socialistas dependiam do mercado para se abastecerem de bens e serviços – como já era previsto na Nova Política Econômica de Lênin, em 1921, e na China atual.
 
Essa postura mais fluida entre os dois campos seria, no entendimento de Kettle, mais forte hoje nos EUA e no Reino Unido – que, mesmo no topo da febre desregulatória na década de 1980, ainda mantinham um considerável nível de gastos públicos. “A questão que importa é que tipo de relação entre regulação estatal e incentivos para prosperar no mercado é melhor para a sociedade”, pondera.
 
Adotando uma posição intermediária nesse debate, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, afirmou esperar que europeus e norte-americanos encontrem um terreno comum para fortalecer os mecanismos de regulação do sistema financeiro mundial – e que eventuais resistências deverão vir de grandes países emergentes como a China, e não dos EUA ou do Reino Unido.
 
De acordo com o Financial Times, há a desconfiança na UE de que o governo britânico, que externamente se manifesta favorável à adoção de regras mais eficientes, se alinhe a Washington durante a reunião do G20.

# postado por Imagem Corporativa @ 18:17
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

26 Março, 2009

Primeiro-ministro britânico anuncia fim da era de livre mercado

 
Aceitando “inteira responsabilidade” pelos problemas do setor bancário britânico que participaram do processo de criação da atual recessão global, o primeiro-ministro Gordon Brown afirmou em entrevista ao The Guardian na última terça-feira (17) que a era dos governos mais liberais no campo econômico acabou. Para ele, a questão da regulação dos mercados deveria ter sido introduzida na agenda de discussões após a Crise Asiática.
 
“As políticas laissez-faire já tiveram seu momento. A velha ideia de que os mercados eram eficientes e poderiam resolver os problemas por si mesmos se foi”, disse.

# postado por Imagem Corporativa @ 18:39
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

25 Março, 2009

Polêmica da AIG gera reação nos EUA

 
 
 
O pagamento de bônus aos executivos da AIG, que já recebeu US$ 170 bilhões em ajuda financeira da Casa Branca, fez com que a administração Obama resolvesse taxar esse tipo de pagamento quando feito por uma empresa que participe de um programa de estímulo federal.
 
Segundo o The Guardian, o assunto gera reações também no Congresso dos EUA, que busca um culpado na Casa Branca pelo pagamento dos bônus com dinheiro público. Um dos alvos é o secretário do Tesouro, Tim Geithner, que já afirmou que não irá renunciar a seu cargo.
 

# postado por Imagem Corporativa @ 18:16
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

23 Março, 2009

Spreads altos, sistema seguro

 
A questão dos spreads bancários praticados no Brasil – que vem sendo objeto de interesse por parte da imprensa econômica do País nos últimos meses – chegou à revista The Economist, que dedicou matéria ao assunto nesta semana. Para a publicação, as reduções da taxa de juros feitas pelo Banco Central não vem gerando a diminuição no nível dos spreads praticados pelos bancos – que seriam os maiores do mundo, de acordo com cálculos do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).
 
Contudo, a matéria pondera que “os bancos brasileiros podem ser caros, mas pelo menos são seguros”, ressaltando que nenhum foi afetado pela crise mundial, devido aos grandes lucros obtidos pelas instituições e pela regulação exercida pelo Banco Central. A revista conclui que o País deverá continuar sendo uma exceção às turbulências de outras partes do globo.

# postado por Imagem Corporativa @ 11:57
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

20 Março, 2009

FMI alerta para crise

 
De acordo com o último boletim emitido pelo fundo, atrasos na implementação de políticas que estabilizem as condições financeiras ao redor do mundo resultarão na intensificação dos efeitos negativos sobre a economia global, “levando para uma recessão mais longa e aguda”.
 
O The Independent nota que a advertência tem um destino claro: exercer pressão sobre os participantes da próxima reunião do G20, prevista para 2 de abril, ao alertar que um efeito dominó em nações mais problemáticas – como os Estados do Leste Europeu, fortemente dependentes de recursos externos – pode gerar problemas em economias mais avançadas e pânico nos mercados.
 
O relatório do FMI também prevê que a economia global encolherá pela primeira vez em 60 anos em 2009, com destaque para o grupo dos sete países mais industrializados  (EUA, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália e Japão).

# postado por Imagem Corporativa @ 18:41
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

19 Março, 2009

Desemprego no Canadá, problemas trabalhistas na Europa

 
Segundo o The Globe and Mail, o Canadá perdeu 82,6 mil postos de trabalho em fevereiro – elevando a taxa de desemprego do país para 7,7%. Esse resultado segue o de janeiro, que assistiu à eliminação de 129 mil empregos, e mostra que a economia do país está em estado de franco declínio.
 
O jornal acrescenta que, apenas nos últimos quatro meses, 160 mil postos de trabalho foram eliminados na região de Ontário, especialmente nos setores fabril, de negócios e construção.
 
Já na Europa, dados divulgados pelo Escritório de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) dão conta de que os custos trabalhistas dos países que integram a zona do euro subiram 3,8% no último trimestre de 2008, na comparação com o mesmo período do ano anterior.
 
De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística da Espanha, a demissão de 609,1 mil trabalhadores do país nos últimos três meses já provoca efeitos nos custos trabalhistas. O jornal espanhol El País informa que, segundo o órgão informou na semana passada, o custo por trabalhador já chega a € 2.534,86/mês.
 
Pacote uruguaio
 
O governo do Uruguai deverá anunciar na próxima semana um pacote de medidas para conter os efeitos mais graves da crise financeira mundial sobre a economia do país, por meio da redução dos custos das empresas e de ações para manter os empregos. De acordo com o jornal uruguaio El País, a idéia de Montevidéu é “impactar sobre os custos e sobre a ocupação”.

# postado por Imagem Corporativa @ 10:06
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

17 Março, 2009

Cúpula do G20

 
 
Antes mesmo da reunião do G20, que acontecerá em Londres no início de abril, a adoção de políticas de enfrentamento à crise financeira mundial gera uma polarização entre a posição defendida pelos EUA, de que é necessário injetar mais recursos para minimizar os efeitos negativos na economia, e a da Europa, cujo foco é a contenção dos excessos do mercado.
 
De acordo com a Reuters, os países emergentes deverão discutir a pauta européia em torno do reforço das regulações do mercado. Na Europa, o presidente francês Nicolas Sarkozy tem sido uma das vozes mais insistentes sobre a necessidade de reforma do sistema regulatório.
 
Por outro lado, o Japão tem mantido uma postura mais próxima à Casa Branca, assim como a China – ambos têm considerado injeções governamentais como a saída para conter a crise.
 
Para o comentarista econômico Martin Wolf, do Financial Times, o encontro do G20 deverá fracassar em razão da incapacidade dos governos de seguirem uma agenda comum. Ele ressalta que a recessão é global, afetando principalmente os países dependentes do mercado externo, e tem em sua base forças difíceis de se dissipar, como as perdas em riqueza, o aumento da inadimplência e a disruptura do sistema financeiro.

# postado por Imagem Corporativa @ 18:19
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

13 Março, 2009

Contra a corrente

Exxon decide expandir operações
 
Apesar da crise e de seus efeitos devastadores sobre empresas de diversos setores, que têm gerado a retração dos investimentos – e em casos extremos a ajuda governamental, como no caso da montadora GM – a Exxon decidiu expandir seus investimentos nos próximos anos. De acordo com o The New York Times, a empresa – que tem conseguido superar seus principais rivais, como Chevron e Royal Dutch Shell – pretende investir até 2014 cerca de US$ 150 bilhões. Os projetos da Exxon no Oriente Médio deverão, segundo a matéria, permitir que a produção de petróleo e gás da companhia cresça de 2% a 3% anuais nos próximos cinco anos.

# postado por Imagem Corporativa @ 17:50
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

13 Março, 2009

Aumenta desemprego nos EUA

Governo divulga estatísticas de fevereiro
 
De acordo com o Departamento do Trabalho dos EUA, a taxa de desemprego de fevereiro apresentou um crescimento de 8,1%, levando ao pior resultado dos últimos 25 anos. Segundo o governo norte-americano, apenas no mês passado foram eliminados 651 mil postos de trabalho. O economista-sênior do Bank of Tokyo-Mitsubishi UFJ de Nova York, Ellen Zentner, declarou à agência Bloomberg que o desemprego deverá continuar, e que está é a “pior recessão do pós-guerra”. Antes mesmo da divulgação dos dados de emprego nos EUA, a perspectiva negativa já havia se insinuado nos mercados – a ponto do dólar se desvalorizar ante o euro e o iene.

# postado por Imagem Corporativa @ 17:51
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

12 Março, 2009

Aumenta desemprego nos EUA

Governo divulga estatísticas de fevereiro
 
De acordo com o Departamento do Trabalho dos EUA, a taxa de desemprego de fevereiro apresentou um crescimento de 8,1%, levando ao pior resultado dos últimos 25 anos. Segundo o governo norte-americano, apenas no mês passado foram eliminados 651 mil postos de trabalho. O economista-sênior do Bank of Tokyo-Mitsubishi UFJ de Nova York, Ellen Zentner, declarou à agência Bloomberg que o desemprego deverá continuar, e que está é a “pior recessão do pós-guerra”. Antes mesmo da divulgação dos dados de emprego nos EUA, a perspectiva negativa já havia se insinuado nos mercados – a ponto do dólar se desvalorizar ante o euro e o iene.

# postado por Imagem Corporativa @ 18:56
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

11 Março, 2009

Instituições financeiras em perigo

Governos podem aumentar participação na AIG e no Lloyds
 
Os efeitos da crise mundial ainda geram a necessidade de ajuda estatal para instituições financeiras. Nesta semana, o governo dos EUA concordou em injetar mais US$ 30 bilhões na AIG, que reportou perdas de US$ 61,7 bilhões no último trimestre do ano passado.
 
O The New York Times adotou uma postura bem crítica com relação à ajuda de Washington, lembrando que se trata de “dinheiro do contribuinte” e que esta é a quarta vez que a Casa Branca – que já detém quase 80% do controle do grupo segurador – intervêm na AIG. O colunista Paul Krugman foi mais além, qualificando a empresa como uma “instituição zumbi” – ou seja, que está refetivamente falida mas ainda assim continua recebendo recursos do governo.
 
No Reino Unido a situação é semelhante. O Lloyds Banking Group está avaliando se aceita a oferta de £ 250 bilhões em troca da conversão de £ 4 bilhões em ações preferenciais detidas pelo governo em papéis ordinários – o que “daria ao contribuinte uma fatia de mais de 60% no banco”, de acordo com o The Guardian.
 
O comentarista econômico Martin Wolf, do Financial Times, avalia que o auxílio de Downing Street ao setor bancário britânico poderá gerar grandes riscos – especialmente se o cenário atual deteriorar para uma depressão mundial, com os bancos do Reino Unido registrando expressivas perdas. Wolf avalia que os governos vêm garantindo os riscos do sistema bancário.

# postado por Imagem Corporativa @ 16:05
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

9 Março, 2009

A perspectiva dos emergentes

Queda de fluxo de capital gera preocupação
 
O grande fluxo de capital dos países mais ricos em economias emergentes de dois anos atrás vem recuando em razão da crise. De acordo com dados do Institute of Internacional Finance (IFF) citados pelo Financial Times, o volume total de recursos direcionados aos mercados emergentes deverá atingir US$ 165 bilhões neste ano – bem abaixo dos US$ 929 bilhões registrados em 2007.
 
Segundo Brad Setser, ex-funcionário do FMI e do Departamento do Tesouro dos EUA, os mercados emergentes estão sendo atingidos pela queda geral na demanda por ativos de maior risco, à medida em que as instituições financeiras e os investidores estão retomando os recursos para reduzir suas necessidades de empréstimos.
 
Diante desse quadro, a ocorrência de derretimentos financeiros acarretados pela interrupção do fluxo de capital nos países emergentes – que teve como exemplos a América Latina da década de 80 e a situação da Ásia e da Rússia há cerca de dez anos – é um risco citado pela reportagem do jornal. Para o Financial Times, a capacidade de organismos multilaterais (como o FMI, o Banco Mundial ou o Banco Europeu de Investimentos) de auxiliar esses países é limitada, mostrando-se insuficiente – como na recente decisão europeia de estabelecer um pacote de ajuda de € 24,5 bilhões para os países do Leste Europeu.
 
A situação do Brasil nesse quadro é lembrada pelo jornal por meio de uma citação do seu correspondente no Brasil, Jonathan Wheatley, segundo quem as reservas internacionais construídas nos últimos anos (que, segundo o Banco Central, correspondem hoje a pouco menos de R$ 200 bilhões) dão a estabilidade necessária ao país para que este possa estabelecer acordos de swap cambial com o Federal Reserve dos EUA.

# postado por Imagem Corporativa @ 19:33
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

06 Março, 2009

Bancos do Leste Europeu receberão empréstimo

Grupo destinará US$ 31 bilhões à região
 
Um grupo de instituições (formado pelo Banco Mundial, o Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento e do Banco de Investimento Europeu) anunciou hoje um pacote de auxílio de US$ 31 bilhões às instituições financeiras dos países do Leste Europeu. De acordo com o Financial Times, a iniciativa visa tanto encorajar os grupos bancários internacionais com subsidiárias na região a apoiarem suas operações como convencer os governos a não rejeitarem financiamentos estrangeiros na composição de pacotes de ajuda para o setor.
 
Os efeitos da crise financeira mundial sobre economicas mais frágeis, como Ucrânia, Hungria e os países bálticos, têm preocupado as instituições financeiras multilaterais. O programa visa atender não só os Estados da região, mas também alguns que pertenciam à antiga União Soviética e à Turquia. A Rússia, contudo, não foi incluída.
 
Aumenta desemprego na Europa
Países do euro registram alta de 8,2%
 
De acordo com informações divulgadas na manhã de hoje pelo escritório de dados estatísticos da União Europeia (Eurostat), a taxa de desemprego nos 16 países que adotam o euro atingiu 8,2% em janeiro, ante 8,1% no mês anterior. Houve alta também levando-se em conta o grupo dos 27 países pertencentes à UE: a taxa passou de 7,5% em dezembro para 7,6% em janeiro.
 
Segundo os dados, os países que registram as maiores taxas de desemprego do bloco são Espanha 14,8%) e Letônia (12,3%); as menores taxas foram verificadas na Holanda (2,8%) e na Áustria (4%).

# postado por Imagem Corporativa @ 18:08
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

03 Março, 2009

Desaceleração na Índia...e recessão no Japão

Crescimento cai para 5,3%
 
De acordo com informações divulgadas pelo governo da Índia, a economia do país registrou a maior desaceleração em seu crescimento nos últimos cinco anos no quarto trimestre de 2008, quando a taxa de evolução atingiu 5,3%. De acordo com o The Times of India, essa contração se deveu ao declínio verificado tanto na indústria quanto na agricultura.
 
Em dezembro, o governo de Nova Délhi lançou um pacote de estímulo à economia; contudo, seus efeitos ainda devem demorar para aparecer, segundo economistas consultados pelo jornal.
 
...e recessão no Japão
Economia deverá levar três anos para se recuperar
 
O primeiro-ministro do Japão, Taro Aso, afirmou na semana passada que o país deverá levar pelo menos três anos para se recuperar dos efeitos da crise financeira mundial. Ele afirmou que o governo deverá adotar medidas emergenciais para estimular a criação de novos empregos e minimizar, com isso, os efeitos da recessão.
 
De acordo com a AFP, as empresas japonesas deverão ter dispensado quase 160 mil trabalhadores temporários entre outubro do ano passado e março deste ano.
 
Um exemplo das dificuldades enfrentadas pelas companhias do país é a decisão anunciada pela Toyota de diminuir em 10% sua produção de veículos em 2009 – quando deverão ser fabricados cerca de 6,3 milhões de veículos.

# postado por Imagem Corporativa @ 17:46
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

02 Março, 2009

Líderes querem “retorno à confiança”

Berlusconi e Brown pedem reforma do sistema financeiro
 
Em texto conjunto publicado dia 19, no jornal italiano Il Sole 24 Ore, os primeiros-ministros Silvio Berlusconi (Itália) e Gordon Brown (Reino Unido) pediram aos líderes mundiais que empreendam todas as ações para devolver a confiança aos mercados. De acordo com o artigo, nunca foram tão necessários o diálogo e a adoção de medidas coordenadas entre os governos como agora, para fazer frente à crise financeira mundial.
 
O ressurgimento do protecionismo e os riscos de recuo no processo de globalização também foram mencionados pelos dois primeiros-ministros. A agenda sugerida aos demais governantes foi resumida em três pontos: a retomada da confiança nos mercados, a reforma do sistema financeiro mundial e a redução das emissões de gás carbônico. O artigo também faz referência ao próximo encontro do G20, marcado para 2 de abril em Londres.
 
“Apenas trabalhando com afinco e demostrando a capacidade de liderança responsável e de coordenação que o mundo tanto precisa, é que poderemos encontrar as melhores soluções para os problemas atuais. Estamos seguros de que iremos achá-las”, conclui o texto conjunto.

# postado por Imagem Corporativa @ 12:05
0 comentário(s) publicados - Clique aqui para comentar

 

 

 

Links

  Abracom
  Aberje
  Amcham
  Ethos
   
   
  Arquivo
  Mai, 2010
  Mar, 2010
  Jan, 2010
  Dez, 2009
  Set, 2009
  Ago, 2009
  Jul, 2009
  Jun, 2009
  Mai, 2009
  Abr, 2009
  Mar, 2009
  Fev, 2009
  Nov, 2008
  Jul, 2008
  Jun, 2008
  Mai, 2008
  Abr, 2008
  Mar, 2008
  Fev, 2008
  Dez, 2007
  Set, 2007
  Ago, 2007
  Jun, 2007
 
 
 
Copyright © 2010 Imagem Corporativa Ltda - Todos os direitos reservados