28 Setembro, 2009

Web 2.0 gera benefícios para os negócios, avaliam executivos

 
 
          Pesquisa realizada pela empresa de consultoria McKinsey indica que os investimentos de empresas na web 2.0 já têm retornos positivos mensuráveis. Um levantamento global com cerca de 1.700 executivos mostra a percepção desse impacto dentro de suas organizações; em sua relação com os clientes; e nas suas relações com fornecedores, parceiros e especialistas.  
 
           Entre os entrevistados,  69% relataram que a web 2.0 gera benefícios nos negócios, incluindo mais produtos e serviços inovadores, ampliação de mercado, qualidade e rapidez no acesso ao conhecimento, menor custo na realização de negócios e, consequentemente, maior receita.
 
            As empresas que mais utilizam tecnologia (heavy users) têm ainda mais benefícios. O resultado apontou que as empresas mais bem sucedidas têm a prática de integrar não apenas a Web 2.0 com o fluxo de trabalho dos seus empregados, mas também criar uma sociedade em rede com os seus clientes e fornecedores por meio das ferramentas. Essas tecnologias e ferramentas continuam despertando  grande interesse pelas empresas, que, de forma geral, continuarão a investir em web mesmo com cenário de recessão.  

# postado por Imagem Corporativa @ 13:50
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28 Setembro, 2009

Empresas brasileiras precisam ser mais ativas em relação ao meio ambiente, avalia correspondente do FT

 
              A correspondente de meio ambiente do jornal britânico Financial Times, Fiona Harvey, falou em Londres à Imagem Corporativa sobre a questão ambiental no Brasil, incluindo a Amazônia, Etanol, a postura de empresas e consumidores. Com sólida experiência em jornalismo científico, Harvey está no FT desde 2000, tendo passado a cobrir temas ambientais em 2004; ocasionalmente seus textos são traduzidos no Valor Econômico. Ela ganhou o Foreign Press Association Award em 2005, por uma matéria sobre as mudanças climáticas, e foi finalista do prêmio Environment Reporter of the Year no mesmo ano.
 
               A jornalista participa também de diversos fóruns internacionais de discussão do tema – esteve no Brasil em março para o encontro Jornalismo, política e clima, promovido em Brasília com apoio da embaixada britânica. Recentemente participou da conferência The politics of climate change na London School of Economics and Political Science (LSE).
 
Confira aqui alguns trechos da entrevista:
 
Amazônia
 
“Eu acredito que o mundo precisa compensar o Brasil por manter a floresta preservada, por meio da destinação de recursos para questões estruturais que ajudariam as pessoas e, consequentemente, o meio ambiente. Eu acompanho as ações inteligentes que estão sendo desenvolvidas pelo governo brasileiro. Isso tem bastante valor, mas existem muitas iniciativas necessárias que são caras para manter. A Amazônia oferece um serviço para todo o mundo. Dessa forma, todo o mundo precisa pagar por isso.”
 
Empresas brasileiras
 
“É muito difícil falar sobre as empresas brasileiras, pois eu não  as conheço profundamente. A impressão que tenho é que as questões ambientais não são a principal prioridade. Talvez seja uma falsa ideia; parece que existem outros assuntos mais importantes. As companhias precisam ser mais ativas nessa área. Existe um relatório muito interessante, divulgado há alguns meses, sobre a devastação da Amazônia ligando esse fato à produção de carne e de couro – que, por sua vez, está relacionada diretamente a grandes empresas europeias no campo da moda e da alimentação. A partir deste relatório, esses grandes grupos começaram a pressionar os fornecedores brasileiros. Este é um exemplo de iniciativa que resultou em uma ação.”
 
Consumidor
 
“As ONGs podem influenciar partes representativas de uma cadeia que começa com o consumidor. A pessoa que compra o produto pressiona a marca, que pressiona o fornecedor, que pressiona individualmente (no caso da carne, por exemplo), cada fazendeiro. Campanhas conduzidas por essas organizações têm contribuído muito para ampliar a consciência do consumidor. No Brasil, essa pode ser uma ferramenta muito poderosa. Uma empresa no campo da agricultura que vende para grandes marcas precisa satisfazer as demandas dos seus clientes, utilizando práticas ambientalmente corretas.”
 
O Brasil é um importante exportador agrícola e pode continuar expandindo seus negócios sem destruir a Amazônia. Há alguns anos não existia uma agroindústria tão forte que tivesse recursos para preservar o meio ambiente, mas hoje existe.”
 
 Etanol
 
“Uma das coisas mais admiráveis do Brasil é que muitos carros são movidos a etanol. Acredito que, se a cana de açúcar é produzida de forma ambientalmente correta, seguindo os princípios da sustentabilidade, não existem razões para não se usar o biocombustível. Nos Estados Unidos, por exemplo, a produção desse tipo de combustível é feita de modo ineficiente. Este não é um bom caminho.  Algumas pessoas são extremamente contra o etanol. Dizer que todos os biocombustíveis são ruins não é verdadeiro: se a produção ocorre corretamente, certamente esta fonte energética pode contribuir para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Acho que um grande tema para esse setor são as tarifas, impostas pelos Estados Unidos. Acredito que o Brasil tem argumentos muito fortes para tentar reduzir essa taxação.”
 

# postado por Imagem Corporativa @ 15:05
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18 Setembro, 2009

Desemprego na Inglaterra repercute nos principais jornais do país

 
Os jornais britânicos refletem a preocupação do país com a redução dos postos de trabalho. Nesta semana foi anunciado o maior nível de desemprego desde 1995 (7,9%). E o secretario de negócios inglês, Lord Mandelson, pediu que Bruxelas não aceite o fechamento de fábricas da Opel, braço da GM na Europa, que esta sendo vendida para a canadense Magna. Tudo isso para evitar demissões nas operações da Inglaterra.

# postado por Imagem Corporativa @ 15:51
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16 Setembro, 2009

Editor do Financial News avalia que o Brasil está protegido da crise econômica global

Dominic Elliott, editor do jornal britanico Financial News – da Dow Jones & Company –, falou de Londres com exclusividade para Imagem Corporativa sobre a economia brasileira. Dominic viveu em 2005 no Brasil:  

“A minha experiência no setor financeiro mostra que o Brasil tem ainda um espaço grande para crescer e deve vivenciar muitos desdobramentos que podem beneficiar a economia. Este ano, por exemplo, é possivel perceber uma evolução dos empréstimos habitacionais – o que, provavelmente, influenciará nos preços das residências –, assim como a expansão da bolsa de valores. O Brasil está amplamente protegido da crise econômica global porque tudo está sob controle no setor financeiro. Com esse cenário positivo, existem vários bancos de investimento ingressando no mercado brasileiro. A posição do país é realmente privilegiada”

# postado por Imagem Corporativa @ 17:48
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14 Setembro, 2009

Presidente da Imagem Corporativa assina capítulo de novo livro de comunicação corporativa e reputação

Nesta terça-feira, dia 15 de setembro, será lançado o livro “Comunicação Corporativa e Reputação: construção e defesa da imagem favorável”, que aborda técnicas, estratégias e cases utilizados nas áreas de comunicação corporativa de instituições públicas e privadas. O evento será realizado no Clube dos Professores (Rua Itapevi, 432, 4º andar – Bela Vista) das 18h30 às 21h.
 
A organização da obra, editada pela Saraiva, é do professor Belmiro Ribeiro da Silva Neto, coordenador do curso de Comunicação Corporativa: Corporate Affairs, do Programa de Educação Continuada da Fundação Getúlio Vargas, (GVPEC), que assina dois capítulos presentes no livro. Ciro Dias Reis, presidente da agência de comunicação Imagem Corporativa e um dos professores do curso da GVPEC é autor do capítulo “Comunicação com a Mídia – Mídia Training”, no qual expõe a sua experiência na atuação com treinamentos para empresários e profissionais de comunicação no contexto do cenário corporativo global.
 
 
 
 

# postado por Imagem Corporativa @ 18:27
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11 Setembro, 2009

Empresas de comunicação regulamentam a utilização de mídias sociais

 
A Folha de S. Paulo e a rede Globo enviaram essa semana aos seus funcionários uma série de diretrizes internas que regulamentam e uniformizam a utilização de mídias sociais (Blogs, Twitter, Orkut e Facebook).
 
De modo geral, as regras divulgadas pelos dois veículos de comunicação restringem a utilização das mídias sociais pelos artistas e jornalistas dos dois grupos em uma tentativa de vedar o acesso a conteúdos ou reportagens exclusivas que poderiam ser vazadas antes da sua publicação e evitar manifestações de cunho político a favor de partidos ou candidatos.
 
Em seu comunicado, a Globo diz ainda que, com a medida, busca proteger seus conteúdos de exploração indevida e impedir a disseminação de informações sobre atividades internas ou negócios relacionados ao mercado de mídia envolvendo a empresa. Além disso, só com autorização da Globo seus contratados poderão ter blog e twitter vinculados a outros veículos de comunicação.
 
Tentativas de regulamentação já foram aplicadas por alguns veículos fora do Brasil e demonstram o impacto e relevância que as mídias sociais têm para as empresas de mídia e o potencial para antecipar informações. As medidas geram polêmica entre jornalistas, profissionais de mídia e blogueiros.

# postado por Imagem Corporativa @ 12:25
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