31 Março, 2006
Por uma boa governança corporativa
Ter uma boa governança corporativa significa manter uma gestão que agrade ao maior número de stakeholders, que nada mais são do que todos os públicos envolvidos com a organização: funcionários, acionistas, comunidade, investidores, poder público, clientes etc. Quanto mais aceita for a gestão, maior a credibilidade da empresa e, conseqüentemente, melhor cotados são seus papéis na bolsa, mais fácil é o acesso ao crédito e mais procurados são seus produtos e serviços.
Estima-se que investidores internacionais se disponham a pagar em média 24% mais por ações de empresas que demonstrem boa governança. E que os organismos de financiamento concedam juros mais baixos para empresas brasileiras que sigam as melhores práticas do mercado. Portanto, não é à toa que as melhores empresas procuram manter a transparência em suas decisões administrativas e financeiras.
Lançado em 2003 e em sua terceira edição, o conteúdo do livro “A Dimensão Humana da Governança Corporativa”, continua bastante atual e útil às organizações. O autor Herbert Steinberg reforça que as pessoas são responsáveis pelas piores e pelas melhores práticas dentro das organizações e, por isso, o fator humano deve ter relevância semelhante ao cumprimento da legislação e dos códigos de conduta. Quanto mais esclarecidas forem os colaboradores, defende o autor, mais próximas estarão de praticar a boa governança.
Estima-se que investidores internacionais se disponham a pagar em média 24% mais por ações de empresas que demonstrem boa governança. E que os organismos de financiamento concedam juros mais baixos para empresas brasileiras que sigam as melhores práticas do mercado. Portanto, não é à toa que as melhores empresas procuram manter a transparência em suas decisões administrativas e financeiras.
Lançado em 2003 e em sua terceira edição, o conteúdo do livro “A Dimensão Humana da Governança Corporativa”, continua bastante atual e útil às organizações. O autor Herbert Steinberg reforça que as pessoas são responsáveis pelas piores e pelas melhores práticas dentro das organizações e, por isso, o fator humano deve ter relevância semelhante ao cumprimento da legislação e dos códigos de conduta. Quanto mais esclarecidas forem os colaboradores, defende o autor, mais próximas estarão de praticar a boa governança.

