28 Abril, 2006
As comunicações rumo à convergência total
Convergência deixou de ser apenas uma palavra da moda para se tornar realidade, principalmente depois que a internet passou a ser uma rede mundial disponível para quase dois bilhões de pessoas. Uma das consequência diretas da expansão mundial dessa rede foi o domínio de fato do protocolo IP (Internet Protocol) em todo planeta.
O mundo vive a revolução do IP. E essa tecnologia está transformando o universo das comunicações, possibilitando a convergência de todas as formas de comunicação existentes, fixas, móveis, por fio, sem fio, de voz, de dados e de imagens.
Não são poucos os desafios para tornar o Subsistema de Multimídia com protocolo IP (IMS em inglês) realidade plena. Entre tantos aspectos a serem resolvidos está a fixação de padrões mundiais, que assegurem a interoperabilidade.
Outra ponto fundamental é o impacto do IMS sobre modelos de negócios e as questões regulatórias. Desta forma, o mundo terá que evoluir rapidamente para novos conceitos de licença, autorização e concessão de serviços.
O Brasil chegará mais depressa do que se imagina ao conceito de licença única, em que uma operadora passa a prestar não apenas serviços de telefonia fixa, mas também de distribuidora de conteúdos – voz, dados, imagens, serviços de valor adicionado etc. -, inclusive de radiofusão (rádio e TV).
Em resumo: em um horizonte de três a cinco anos, especialistas do setor afirmam que será possível utilizar um sucessor do celular, que poderá conectar-se com qualquer outro serviço ou equipamento, em qualquer lugar e a qualquer hora. É o mundo ideal.
Texto baseado em matéria publicada no jornal O Estado de São Paulo, edição de 23 de abril.
O mundo vive a revolução do IP. E essa tecnologia está transformando o universo das comunicações, possibilitando a convergência de todas as formas de comunicação existentes, fixas, móveis, por fio, sem fio, de voz, de dados e de imagens.
Não são poucos os desafios para tornar o Subsistema de Multimídia com protocolo IP (IMS em inglês) realidade plena. Entre tantos aspectos a serem resolvidos está a fixação de padrões mundiais, que assegurem a interoperabilidade.
Outra ponto fundamental é o impacto do IMS sobre modelos de negócios e as questões regulatórias. Desta forma, o mundo terá que evoluir rapidamente para novos conceitos de licença, autorização e concessão de serviços.
O Brasil chegará mais depressa do que se imagina ao conceito de licença única, em que uma operadora passa a prestar não apenas serviços de telefonia fixa, mas também de distribuidora de conteúdos – voz, dados, imagens, serviços de valor adicionado etc. -, inclusive de radiofusão (rádio e TV).
Em resumo: em um horizonte de três a cinco anos, especialistas do setor afirmam que será possível utilizar um sucessor do celular, que poderá conectar-se com qualquer outro serviço ou equipamento, em qualquer lugar e a qualquer hora. É o mundo ideal.
Texto baseado em matéria publicada no jornal O Estado de São Paulo, edição de 23 de abril.

