04 Setembro, 2006
Vender produtos está cada vez mais se tornando sinônimo de vender serviços. No recente 9º Fórum do Varejo da América Latina, Alberto Serrentino, um dos sócios da Gouvêa de Souza & MD, empresa de consultoria e serviços voltados ao varejo, destacou que o varejo do futuro agregará, cada vez mais, “serviços que sejam sinérgicos para o relacionamento com o cliente”. Para o executivo, lojas de eletroeletrônicos irão se transformar em empresas que educam, instalam, reparam e oferecem suporte ao cliente. Em outro exemplo, as farmácias terão centro estético, perfumaria, SPA e até mini-clínicas. Embora os avanços da comunicação pela Internet tenham diminuído o contato humano, tecnologias como o CRM (Gerenciamento de Relacionamento com o Consumidor) e VRM (Gerenciamento de Relacionamento com o Visitante) permitem uma volta ao tempo, quando o dono da mercearia conhecia pessoalmente seus clientes e assim conseguia oferecer o produto exato que cada um precisaria ou compraria, de acordo com suas preferências e estilo de vida. A grande diferença é que, hoje, a ampla oferta de produtos faz com que apenas oferecer exatamente aquilo que se procura não seja mais um diferencial e a busca por formas alternativas de relacionamento com o consumidor torna-se cada vez mais obrigatória para aqueles que quiserem sobreviver neste competitivo mercado.
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CRM - Wikipédia
9º Fórum de Varejo da América Latina
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