31 Maio, 2006
Lançado nos Estados Unidos o Guia para as Melhores Práticas em Responsabilidade Social Corporativa
A PR News lançou recentemente um guia com dicas práticas e casos de sucesso sobre o papel dos Relações Públicas na Responsabilidade Social Corporativa. A publicação intitulada, Guia para as Melhores Práticas em Responsabilidade Social Corporativa, sugere ações concretas para criar, lançar ou manter um projeto nesta área.
Elaborado para ajudar executivos da comunicação de todos os níveis e tamanhos de empresa, a obra esclarece que a responsabilidade social empresarial não é mais algo bom de se fazer ou algo que se deva fazer, mas sim, que as empresas devem fazer bem feito.
O guia trata de conceitos, tendências, sugestões de como desenvolver estratégias, responsabilidade social e a mídia, relacionamento com "stakeholders", responsabilidade social durante crises, modelo de relatórios, casos de sucesso, como medir resultados e recursos para os profissionais de Relações Públicas.
Mais informações e orientações para adquirir a obra no site PRNews.
Elaborado para ajudar executivos da comunicação de todos os níveis e tamanhos de empresa, a obra esclarece que a responsabilidade social empresarial não é mais algo bom de se fazer ou algo que se deva fazer, mas sim, que as empresas devem fazer bem feito.
O guia trata de conceitos, tendências, sugestões de como desenvolver estratégias, responsabilidade social e a mídia, relacionamento com "stakeholders", responsabilidade social durante crises, modelo de relatórios, casos de sucesso, como medir resultados e recursos para os profissionais de Relações Públicas.
Mais informações e orientações para adquirir a obra no site PRNews.
19 Maio, 2006
Código de ética como fator de competitividade
O estabelecimento de um código de princípios capaz de pautar a atuação ética e responsável das empresas e de seus colaboradores é fator de competitividade na economia globalizada.
O que já era prática consolidada de grandes multinacionais está chegando às pequenas e médias empresas do Brasil, cada vez mais cientes da necessidade de construção de uma imagem de credibilidade.
Reportagem publicada pela revista Exame PME – uma série de cinco publicações com o selo Exame voltada ao pequeno e médio empresário brasileiro – aponta essa tendência. A reportagem ainda indica seis tarefas das empresas para criar e implantar um código de ética incorporado ao "DNA" da organização:
1) Definir a missão e os valores da companhia;
2) Listar os dilemas de cada área;
3) Identificar as lideranças que devem trabalhar na solução desses dilemas;
4) Estabelecer os limites de atuação de cada nível hierárquico;
5) Divulgar amplamente o documento e treinar os colaboradores a aceitá-lo como parte da cultura da empresa;
6) Manter constante revisão e atualização do código a partir do surgimento de novos desafios.
O que já era prática consolidada de grandes multinacionais está chegando às pequenas e médias empresas do Brasil, cada vez mais cientes da necessidade de construção de uma imagem de credibilidade.
Reportagem publicada pela revista Exame PME – uma série de cinco publicações com o selo Exame voltada ao pequeno e médio empresário brasileiro – aponta essa tendência. A reportagem ainda indica seis tarefas das empresas para criar e implantar um código de ética incorporado ao "DNA" da organização:
1) Definir a missão e os valores da companhia;
2) Listar os dilemas de cada área;
3) Identificar as lideranças que devem trabalhar na solução desses dilemas;
4) Estabelecer os limites de atuação de cada nível hierárquico;
5) Divulgar amplamente o documento e treinar os colaboradores a aceitá-lo como parte da cultura da empresa;
6) Manter constante revisão e atualização do código a partir do surgimento de novos desafios.
18 Maio, 2006
Internet tem 1 bilhão de usuários
Pesquisa recente da Internet World Stats revela que o mundo tem atualmente mais de 1 bilhão de usuários da rede, ou seja, 15,7% da população mundial navega pela internet. Em meados de 1996, dez anos antes, o número de usuários da Internet no planeta era estimado em 37 milhões, equivalente a 0,88% da população da época. Segundo avaliação da Agência Fapesp, estes números significam que em pouco tempo a Internet se tornou parte fundamental da vida pessoal e profissional de boa parte da humanidade.
O Brasil também apresenta esta mesma tendência. Segundo uma pesquisa do IBOPE//NetRatings, cerca de 14,1 milhões de brasileiros utilizaram a Internet em suas residências no último mês de março, o que significou um aumento de 6,5% em comparação a fevereiro. Esta foi a primeira vez desde setembro de 2000, quando a empresa iniciou a medição de audiência domiciliar no Brasil, que o número de internautas residenciais ativos (que acessaram a internet pelo menos uma vez durante o período da medição) ultrapassou os 14 milhões.
Segundo a pesquisa do IBOPE, o tempo on-line também foi recorde, com 19h24min, superado apenas pelos franceses, com 19h28min (um recorde também naquele país). Segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil, em março, o número de domínios ".br" chegou a 899.044 contra 880.782 em fevereiro, um aumento de 21,7% nos últimos 12 meses.
Os números revelam a importância cada vez mais crescente da internet. A rede tornou-se uma fonte significativa de informações e relacionamento, atingindo não apenas usuários domésticos, mas também o universo corporativo. Daí a necessidade das empresas direcionarem cada vez mais sua atenção à importância do mapeamento de sua presença na rede mundial de computadores.
O Brasil também apresenta esta mesma tendência. Segundo uma pesquisa do IBOPE//NetRatings, cerca de 14,1 milhões de brasileiros utilizaram a Internet em suas residências no último mês de março, o que significou um aumento de 6,5% em comparação a fevereiro. Esta foi a primeira vez desde setembro de 2000, quando a empresa iniciou a medição de audiência domiciliar no Brasil, que o número de internautas residenciais ativos (que acessaram a internet pelo menos uma vez durante o período da medição) ultrapassou os 14 milhões.
Segundo a pesquisa do IBOPE, o tempo on-line também foi recorde, com 19h24min, superado apenas pelos franceses, com 19h28min (um recorde também naquele país). Segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil, em março, o número de domínios ".br" chegou a 899.044 contra 880.782 em fevereiro, um aumento de 21,7% nos últimos 12 meses.
Os números revelam a importância cada vez mais crescente da internet. A rede tornou-se uma fonte significativa de informações e relacionamento, atingindo não apenas usuários domésticos, mas também o universo corporativo. Daí a necessidade das empresas direcionarem cada vez mais sua atenção à importância do mapeamento de sua presença na rede mundial de computadores.
17 Maio, 2006
Pesquisa revela empresas líderes em responsabilidade social no setor automobilístico
Pesquisa realizada pela TNS Automotive revela que os consumidores de mercados emergentes como China e Índia valorizam mais a postura socialmente responsável de empresas do setor automobilístico do que a média dos consumidores do Ocidente.
As principais empresas líderes são: BMW em primeiro lugar na Espanha e Itália; Michelin na França; Porsche na Alemanha; Volvo Truck na Suécia e Holanda; Toyota no Japão, Coréia e Tailândia; Nissan no México e Shell na China, segundo o estudo internacional de Responsabilidade Social Corporativa coordenado pela TNS Automotive em 2006 entre 16 mil pessoas de 16 países.
O objetivo do estudo foi de entender a percepção do público em geral sobre a contribuição das atividades corporativas, socioais e ambientais por parte das companhias automotivas. Os resultados do estudo mostram que os consumidores de mercados emergentes, tais como Índia ou China, dão mais valor às empresas socialmente responsáveis do que seus pares ocidentais. O público destes países espera das empresas automobilísticas um papel ativo no desenvolvimento social e econômico de seus países, gerando mais emprego, renda e qualidade de vida.
Em relação aos hábitos de compra, o resultado do estudo mostra que existe uma disparidade entre as atitudes nos mercados emergentes e maduros. 85% dos consumidores da Indonésia afirmaram ter comprado um produto ou serviço especificametne porque era fabricado de um modo responsável, comparado com 72% na Espanha e somente 52% nos Estados Unidos.
As principais empresas líderes são: BMW em primeiro lugar na Espanha e Itália; Michelin na França; Porsche na Alemanha; Volvo Truck na Suécia e Holanda; Toyota no Japão, Coréia e Tailândia; Nissan no México e Shell na China, segundo o estudo internacional de Responsabilidade Social Corporativa coordenado pela TNS Automotive em 2006 entre 16 mil pessoas de 16 países.
O objetivo do estudo foi de entender a percepção do público em geral sobre a contribuição das atividades corporativas, socioais e ambientais por parte das companhias automotivas. Os resultados do estudo mostram que os consumidores de mercados emergentes, tais como Índia ou China, dão mais valor às empresas socialmente responsáveis do que seus pares ocidentais. O público destes países espera das empresas automobilísticas um papel ativo no desenvolvimento social e econômico de seus países, gerando mais emprego, renda e qualidade de vida.
Em relação aos hábitos de compra, o resultado do estudo mostra que existe uma disparidade entre as atitudes nos mercados emergentes e maduros. 85% dos consumidores da Indonésia afirmaram ter comprado um produto ou serviço especificametne porque era fabricado de um modo responsável, comparado com 72% na Espanha e somente 52% nos Estados Unidos.
11 Maio, 2006
A importância da ética nos processos de decisão e na proteção da reputação pessoal
Paul Coffin é um ex-executivo da área de publicidade condenado na Justiça por fraudar o governo canadense em um projeto de patrocínio no valor de R$ 3,1 milhões que se transformou em um escândalo de grandes proporções. Para conseguir sua liberdade condicional ele teve que aceitar a incumbência de proferir palestras em universidades de todo o Canadá. O tema dessas palestras: a importância da ética nos processos de decisão e na proteção da reputação pessoal.
Nos Estados Unidos um número crescente de executivos já condenados por fraudes, uso indevido de informação privilegiada e outros delitos corporativos tem sido convidado a fazer apresentações sobre ética em escolas de administração, entidades de classe e mesmo grandes empresas por todo o país. No caso americano, no entanto, as apresentações não são gratuitas: cada uma delas pode render até US$ 3 mil para o palestrante infrator.
A explicação para tais iniciativas? O relato detalhado e supostamente didático de histórias reais de ilegalidades contadas pelos próprios autores, e o decorrente peso específico dessas abordagens como alerta para os riscos de se cair em tentação, agir de forma criminosa no mundo dos negócios e pagar o preço de uma carreira destruída.
Nos Estados Unidos um número crescente de executivos já condenados por fraudes, uso indevido de informação privilegiada e outros delitos corporativos tem sido convidado a fazer apresentações sobre ética em escolas de administração, entidades de classe e mesmo grandes empresas por todo o país. No caso americano, no entanto, as apresentações não são gratuitas: cada uma delas pode render até US$ 3 mil para o palestrante infrator.
A explicação para tais iniciativas? O relato detalhado e supostamente didático de histórias reais de ilegalidades contadas pelos próprios autores, e o decorrente peso específico dessas abordagens como alerta para os riscos de se cair em tentação, agir de forma criminosa no mundo dos negócios e pagar o preço de uma carreira destruída.
05 Maio, 2006
A importância do gerenciamento de crises
O termo crise remete a um acontecimento grave e inesperado. Nas empresas, é uma situação que ameaça o seu patrimônio, podendo envolver a segurança de seu pessoal, a saúde financeira da companhia e a sua capacidade de conduzir os negócios dentro da normalidade.
Quando uma crise corporativa é instalada, ela pode desencadear uma série de problemas, desde aqueles gerados pela própria ameaça da crise, por conta da surpresa e do medo, até os que são fruto do pouco tempo exigido pela situação para a tomada de decisões. Essa percepção reforça a necessidade das empresas contarem com programas de gerenciamento de crises implementados, que possibilitem respostas rápidas em momentos de pressão.
Antigamente, o gerenciamento de crise era tido por muitos executivos como desnecessário ou não prioritário. Opiniões como essa ainda são comuns, mas estão mudando à medida que um número cada vez maior de empresas já percebe os benefícios e as economias obtidos com o planejamento adequado e eficaz de resposta às situações de crise.

