28 Setembro, 2006
A força dos blogs corporativos
A chamada blogosfera, cresce a cada dia em velocidade surpreendente. Segundo a Technorati, empresa que rastreia o que está sendo publicado nesse mundo virtual, em julho o número de blogs era de 50 milhões – o dobro do que foi registrado no levantamento anterior feito em abril. Hoje, ao entrar no site (www.technorati.com) nos deparamos com um número mais atualizado: 55,2 milhões de blogs.
Segundo o presidente e fundador da empresa, David Sifry, se o crescimento continuar nesse ritmo, a blogosfera deverá atingir 100 milhões de blogs em fevereiro de 2007.
Esse fenômeno deve ser levado em consideração. Seu alcance ultrapassou o limite dos diários pessoais. Hoje encontramos blogs escritos por formadores de opinião, jornalistas e especialistas nas mais variadas áreas. E mais recentemente, o mundo corporativo também passou a interpretar o blog como uma poderosa ferramenta de comunicação.
Bem planejado, o uso dos blogs traz ganhos para a comunicação interna ou com clientes. E mais do que isso, ele pode e deve ser usado pela empresa como um espaço privilegiado dar suas versões sobre fatos publicados pela imprensa.
Desde que preste a atenção na troca de informações dos blogueiros e encare as críticas que com certeza aparecerão nesse espaço tão democrático de forma a transformá-las em oportunidades, a empresa só tem a ganhar. Ao ler a opinião transparente da empresa, certamente a visão de seus clientes, consumidores ou acionistas será influenciada positivamente e logo essa imagem positiva pode se espalhar quase que instantaneamente e um número ilimitado de pessoas. É o famoso marketing viral. E ele não deve ser ignorado.
Technorati
Segundo o presidente e fundador da empresa, David Sifry, se o crescimento continuar nesse ritmo, a blogosfera deverá atingir 100 milhões de blogs em fevereiro de 2007.
Esse fenômeno deve ser levado em consideração. Seu alcance ultrapassou o limite dos diários pessoais. Hoje encontramos blogs escritos por formadores de opinião, jornalistas e especialistas nas mais variadas áreas. E mais recentemente, o mundo corporativo também passou a interpretar o blog como uma poderosa ferramenta de comunicação.
Bem planejado, o uso dos blogs traz ganhos para a comunicação interna ou com clientes. E mais do que isso, ele pode e deve ser usado pela empresa como um espaço privilegiado dar suas versões sobre fatos publicados pela imprensa.
Desde que preste a atenção na troca de informações dos blogueiros e encare as críticas que com certeza aparecerão nesse espaço tão democrático de forma a transformá-las em oportunidades, a empresa só tem a ganhar. Ao ler a opinião transparente da empresa, certamente a visão de seus clientes, consumidores ou acionistas será influenciada positivamente e logo essa imagem positiva pode se espalhar quase que instantaneamente e um número ilimitado de pessoas. É o famoso marketing viral. E ele não deve ser ignorado.
Technorati
25 Setembro, 2006
FSC completa 5 anos no Brasil e quer fortalecer marca
Considerada a mais respeitada entidade do mundo em sustentabilidade, o Forest Stewardship Council (FSC), ou Conselho de Manejo Florestal, está completando 5 anos de ação no Brasil. Presente em 82 países, a entidade possui o sistema de certificação de manejo florestal mais completo e confiável do ponto de vista socioambiental hoje existente. No Brasil, são 69 operações florestais certificadas, que totalizam 3,5 milhões hectares de florestas.
Segundo Ana Yang, secretária-executiva do FSC Brasil, até agora, a ênfase do FSC no Brasil foi desenvolver os padrões brasileiros da certificação, adequando os princípios e critérios universais das boas práticas florestais - o chamado manejo florestal sustentável - aos diferentes tipos de floresta e produtos para extração disponíveis no País. Daqui para a frente, no entanto, a atenção terá por foco a expansão da cadeia produtiva e o aumento da oferta de produtos certificados com o selo FSC. “Paralelamente, vamos trabalhar para tornar a marca mais conhecida no Brasil”, afirma Ana Yang.
A intensificação das ações do FSC no Brasil se dá num momento em que aumenta a demanda por madeira e produtos de madeira certificados no mercado internacional, com reflexos esperados para o mercado brasileiro. Em países da Europa, os consumidores conscientes já exercem pressão sobre o varejo para ter acesso a produtos que tratem bem os seres humanos e a natureza.
Na Suíça, 57% da população reconhece a marca FSC e o faturamento dos produtos com este selo teve um aumento anual de 32% na rede Coop de supermercados. Na Holanda, os produtos com selo FSC respondem por 13% do mercado da madeira utilizada na construção civil e na indústria de móveis. O FSC estima que em 2007 esse percentual chegará a 25%.
Dentre os produtos certificados estão desde artigos madeireiros para construção civil, embalagens, papel e livros, artigos de decoração, lápis, carvão, cosméticos e farmacêuticos.
Links relacionados:
Forest Stewardship Council
FSC comemora 5 anos de Brasil - Greenpeace
Segundo Ana Yang, secretária-executiva do FSC Brasil, até agora, a ênfase do FSC no Brasil foi desenvolver os padrões brasileiros da certificação, adequando os princípios e critérios universais das boas práticas florestais - o chamado manejo florestal sustentável - aos diferentes tipos de floresta e produtos para extração disponíveis no País. Daqui para a frente, no entanto, a atenção terá por foco a expansão da cadeia produtiva e o aumento da oferta de produtos certificados com o selo FSC. “Paralelamente, vamos trabalhar para tornar a marca mais conhecida no Brasil”, afirma Ana Yang.
A intensificação das ações do FSC no Brasil se dá num momento em que aumenta a demanda por madeira e produtos de madeira certificados no mercado internacional, com reflexos esperados para o mercado brasileiro. Em países da Europa, os consumidores conscientes já exercem pressão sobre o varejo para ter acesso a produtos que tratem bem os seres humanos e a natureza.
Na Suíça, 57% da população reconhece a marca FSC e o faturamento dos produtos com este selo teve um aumento anual de 32% na rede Coop de supermercados. Na Holanda, os produtos com selo FSC respondem por 13% do mercado da madeira utilizada na construção civil e na indústria de móveis. O FSC estima que em 2007 esse percentual chegará a 25%.
Dentre os produtos certificados estão desde artigos madeireiros para construção civil, embalagens, papel e livros, artigos de decoração, lápis, carvão, cosméticos e farmacêuticos.
Links relacionados:
Forest Stewardship Council
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21 Setembro, 2006
O papel da comunicação na gestão de crises
Qual é o papel do profissional de comunicação nos processos de gestão de crise? Ele deve falar pela empresa para preservar a imagem dos demais executivos?
Acreditamos que não. Não cabe ao profissional de comunicação o papel de herói, de falar pela organização e proteger os demais executivos em caso de crise. Acreditamos que a responsabilidade desse profissional deve ser focada nas ações de prevenção de crise e na capacidade de acionar e gerir uma equipe previamente preparada, que possa agir imediatamente após a identificação da crise.
A construção prévia de procedimentos e mensagens-chave, estabelecida em programas de prevenção de crise já existentes nas organizações, e normalmente de responsabilidade de suas áreas de comunicação, garantirá às empresas a velocidade e a transparência necessárias em momentos de crise. Dessa forma, será muito mais fácil distribuir informações corretas e sem especulações para todos os públicos de contato.
Links relacionados:
ICM - Institute for Crisis Managemente
Você está preparado? (Você S/A)
Tarred with someone else's brush (PR Week)
Acreditamos que não. Não cabe ao profissional de comunicação o papel de herói, de falar pela organização e proteger os demais executivos em caso de crise. Acreditamos que a responsabilidade desse profissional deve ser focada nas ações de prevenção de crise e na capacidade de acionar e gerir uma equipe previamente preparada, que possa agir imediatamente após a identificação da crise.
A construção prévia de procedimentos e mensagens-chave, estabelecida em programas de prevenção de crise já existentes nas organizações, e normalmente de responsabilidade de suas áreas de comunicação, garantirá às empresas a velocidade e a transparência necessárias em momentos de crise. Dessa forma, será muito mais fácil distribuir informações corretas e sem especulações para todos os públicos de contato.
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18 Setembro, 2006
Conselho Consultivo Comunitário: canal aberto para antecipar riscos
A prevenção de crises nas corporações ganha um aliado importante com a existência de um Conselho Consultivo Comunitário. Como fórum para diálogo entre a empresa e a sociedade, o conselho antecipa problemas e possíveis focos de conflito, que poderão, caso não sejam gerenciados, impactar a reputação da empresa.
O conselho - com representantes de segmentos como associações, ONGs, prefeituras, comércio, órgãos de segurança etc - visa melhorias para questões que envolvem a comunidade, principalmente relacionadas à saúde, ao ambiente e à segurança. Mas, ao mesmo tempo, seus membros têm acesso a informações que facilitam o entendimento e a difusão de temas relevantes para a empresa.
A natureza desse tipo de comitê pressupõe um canal aberto e constante com a comunidade, uma comunicação de duas vias. Presume a atuação responsável da empresa, e também estabelece mais uma ferramenta de prevenção.
Você conhece alguma experiência em que o Conselho Consultivo Comunitário foi canal importante para minimizar riscos à imagem da empresa?
Links relacionados:
Palpites de alta qualidade
O conselho - com representantes de segmentos como associações, ONGs, prefeituras, comércio, órgãos de segurança etc - visa melhorias para questões que envolvem a comunidade, principalmente relacionadas à saúde, ao ambiente e à segurança. Mas, ao mesmo tempo, seus membros têm acesso a informações que facilitam o entendimento e a difusão de temas relevantes para a empresa.
A natureza desse tipo de comitê pressupõe um canal aberto e constante com a comunidade, uma comunicação de duas vias. Presume a atuação responsável da empresa, e também estabelece mais uma ferramenta de prevenção.
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14 Setembro, 2006
O desafio de atuar em rede
Redes são sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições, de forma democrática e participativa, em torno de causas afins. Estruturas flexíveis e estabelecidas horizontalmente, as dinâmicas de trabalho das redes supõem atuações colaborativas e se sustentam pela vontade e afinidade de seus integrantes.
O conceito de rede transformou-se, nas últimas duas décadas, em uma alternativa prática de organização, possibilitando processos capazes de responder às demandas de flexibilidade, conectividade e descentralização do mundo moderno.
A internet se apresenta como um espaço privilegiado para a interação em rede por meio da socialização e solidariedade horizontal, se utilizada para a troca de informações e articulações. O advento de um ciberespaço aponta para essa realidade em construção.
As empresas, quando passam a exercer sua cidadania corporativa, precisam estar atentas e flexíveis para atuar em rede, a fim de alcançar mobilização e impacto social de suas ações. Elas precisarão colocar em prática a mesma capacidade de se articular para gerar novos negócios. Porém, será necessário estabelecer relações intersetoriais que estejam em sintonia com seus valores, objetivos e metas do foco social.
Temos que favorecer o desenvolvimento das comunidades em que atuamos com ênfase especial no educar para a cidadania, no reconhecimento de direitos e responsabilidades para a promoção do desenvolvimento sustentável. Isto contribui para a incorporação da idéia da “co-responsabilidade individual” nas questões do desenvolvimento (social, econômico e ambiental).
Cabe por fim lembrar que o que nos une, todos que queremos o desenvolvimento, não é o tamanho que temos, mas as funções que desempenhamos na busca do bem comum.
Links relacionados:
Responsabilidade Social Individual
Rede Jovem de Cidadania
Terra Cidadania
O conceito de rede transformou-se, nas últimas duas décadas, em uma alternativa prática de organização, possibilitando processos capazes de responder às demandas de flexibilidade, conectividade e descentralização do mundo moderno.
A internet se apresenta como um espaço privilegiado para a interação em rede por meio da socialização e solidariedade horizontal, se utilizada para a troca de informações e articulações. O advento de um ciberespaço aponta para essa realidade em construção.
As empresas, quando passam a exercer sua cidadania corporativa, precisam estar atentas e flexíveis para atuar em rede, a fim de alcançar mobilização e impacto social de suas ações. Elas precisarão colocar em prática a mesma capacidade de se articular para gerar novos negócios. Porém, será necessário estabelecer relações intersetoriais que estejam em sintonia com seus valores, objetivos e metas do foco social.
Temos que favorecer o desenvolvimento das comunidades em que atuamos com ênfase especial no educar para a cidadania, no reconhecimento de direitos e responsabilidades para a promoção do desenvolvimento sustentável. Isto contribui para a incorporação da idéia da “co-responsabilidade individual” nas questões do desenvolvimento (social, econômico e ambiental).
Cabe por fim lembrar que o que nos une, todos que queremos o desenvolvimento, não é o tamanho que temos, mas as funções que desempenhamos na busca do bem comum.
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11 Setembro, 2006
O impasse do Google
O impasse entre a Justiça brasileira e o Google tem suscitado acalorados debates sobre até onde deve ou não chegar o controle sobre a Internet. É claro que quem defende o cerceamento, como o Ministério Público Federal em São Paulo, está de olho nas diversas comunidades ilegais que habitam nas páginas do Orkut e que exercitam a pedofilia e a pornografia infantil online.O Google diz que não abre pois "Todos os dados que dizem respeito ao sítio de relacionamento Orkut estão hospedados em servidores localizados nos Estados Unidos, que são gerenciados pela empresa Google Inc., com sede na Califórnia, e aos quais a Google Brasil, empresa atuante na área de marketing e vendas, não tem acesso. Assim, qualquer pedido de informações relativas ao sítio Orkut deve ser endereçada à Google Inc., não à Google Brasil, que não tem a menor condição de prestá-las, diante do simples fato de não as possuir". Mas e o público? Como será que os usuários da internet reagirão à recusa do Google em fornecer as informações requisitadas pela justiça? Como uma empresa pode insistir em proteger um serviço diante dos dados da SaferNet Brasil, ONG que luta pelos os direito humanos na web, que mostram que mais de 90% das mais de 40 mil denúncias envolvendo pornografia infantil _ recebidas entre fevereiro e meados de agosto _ apontam para perfis e nas comunidades do Orkut? É fácil vislumbrar uma grave crise de imagem em curso e que ainda poderá sofrer outros fortes reveses se explorada pelas demais empresas que oferecem serviços de busca (Yahoo, UOL,etc). Dê a sua opinião, você deixaria de utilizar os serviços do Google se a empresa for condenada?
Links Relacionados
Justiça determina quebra de sigilo do Google
Google ameaça fechar Orkut no Brasil
Orkut
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06 Setembro, 2006
Comunicação sem fronteiras
A globalização traz inúmeras vantagens competitivas, mas também muitos desafios, principalmente quando o assunto é a interface entre as empresas e a imprensa internacional. Hoje não basta a organização disponibilizar releases em diversos idiomas e imagens para download em seus portais. Para aumentar a visibilidade de seu business, estreitar o relacionamento com a mídia e potencializar suas ações, é preciso, até mesmo por uma questão geográfica, incrementar a comunicação estratégica com novas ferramentas. No Brasil, poucas empresas adotaram a tecnologia da informação como aliada, porém as que resolveram apostar no que essa nova era tem para oferecer, em termos de interatividade e funcionalidade, já são consideradas cases bem-sucedidos no mercado.
A Embraer, por exemplo, viabiliza para os jornalistas um canal on-line nos formatos mp3, wmv e mov com entrevistas de seus executivos. A Companhia Vale do Rio Doce foi mais longe em recursos multimídias. O site da empresa transmite ao vivo as coletivas, com a opção de tradução simultânea em inglês, além de chat. Há ainda a disponibilidade de trechos de vídeos corporativos, em alta resolução, para TVs que se interessem pela exibição.
E a sua empresa? Como tem se preparado para atender essa nova demanda?
A Embraer, por exemplo, viabiliza para os jornalistas um canal on-line nos formatos mp3, wmv e mov com entrevistas de seus executivos. A Companhia Vale do Rio Doce foi mais longe em recursos multimídias. O site da empresa transmite ao vivo as coletivas, com a opção de tradução simultânea em inglês, além de chat. Há ainda a disponibilidade de trechos de vídeos corporativos, em alta resolução, para TVs que se interessem pela exibição.
E a sua empresa? Como tem se preparado para atender essa nova demanda?
04 Setembro, 2006
Vender produtos está cada vez mais se tornando sinônimo de vender serviços. No recente 9º Fórum do Varejo da América Latina, Alberto Serrentino, um dos sócios da Gouvêa de Souza & MD, empresa de consultoria e serviços voltados ao varejo, destacou que o varejo do futuro agregará, cada vez mais, “serviços que sejam sinérgicos para o relacionamento com o cliente”. Para o executivo, lojas de eletroeletrônicos irão se transformar em empresas que educam, instalam, reparam e oferecem suporte ao cliente. Em outro exemplo, as farmácias terão centro estético, perfumaria, SPA e até mini-clínicas. Embora os avanços da comunicação pela Internet tenham diminuído o contato humano, tecnologias como o CRM (Gerenciamento de Relacionamento com o Consumidor) e VRM (Gerenciamento de Relacionamento com o Visitante) permitem uma volta ao tempo, quando o dono da mercearia conhecia pessoalmente seus clientes e assim conseguia oferecer o produto exato que cada um precisaria ou compraria, de acordo com suas preferências e estilo de vida. A grande diferença é que, hoje, a ampla oferta de produtos faz com que apenas oferecer exatamente aquilo que se procura não seja mais um diferencial e a busca por formas alternativas de relacionamento com o consumidor torna-se cada vez mais obrigatória para aqueles que quiserem sobreviver neste competitivo mercado.
Links relacionados:
CRM - Wikipédia
9º Fórum de Varejo da América Latina
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