26 Fevereiro, 2007
O poder das novas mídias
O poder das novas mídias foi um dos principais temas abordados no Fórum Mundial de Economia deste ano em Davos, na Suíça. Durante as discussões, falou-se principalmente sobre o aumento de novos adeptos ao movimento virtual em meios como o Orkut, YouTube e Blogs. No entanto, concluiu-se que esse acesso ainda restringe-se aos habitantes de países desenvolvidos ou economicamente emergentes.
Naqueles países o acesso em comunidades virtuais (Gazzag, Second Life, My Space) tem aumentado cerca de 2% ao ano. No Brasil, o maior acesso dos internautas ainda é no Orkut, movimentando sozinho mais de 20 milhões de usuários.
Observando esse movimento, companhias como Nike, McDonalds e Microsoft se mantêm atentas às mídias eletrônicas que ainda não possuem controle de conteúdo para captar com clareza a imagem de suas marcas nos mais diferentes setores. Certamente essas empresas pioneiras nesse âmbito terão vantagem frente ao mercado brasileiro, ainda voltado para as mídias convencionais.
O jornalista Andrew Edgecliff Johnson, do Financial Times e participante da conferência em Davos, comentou em recente entrevista como as novas mídias interagem simultaneamente entre si e com as mídias convencionais. Johnson aponta como um bom exemplo um jornalista da agência Reuters, que entrevistou uma blogueira no mundo virtual Second Life.
Vale lembrar também o “caso Coca-Cola e Mentos”. No ano passado um vídeo foi publicado no site YouTube, mostrando jovens colocando drops de Mentos em garrafas de Coca-Cola. A reação era uma “fonte jorrante de refrigerante”. O vídeo obteve mais de 100 mil visualizações, bem como mais de 8 mil vídeos similares foram criados após sua primeira veiculação. A companhia fabricante do Mentos afirma que o vídeo foi responsável por um aumento substancial nas vendas do produto nos EUA.
Naqueles países o acesso em comunidades virtuais (Gazzag, Second Life, My Space) tem aumentado cerca de 2% ao ano. No Brasil, o maior acesso dos internautas ainda é no Orkut, movimentando sozinho mais de 20 milhões de usuários.
Observando esse movimento, companhias como Nike, McDonalds e Microsoft se mantêm atentas às mídias eletrônicas que ainda não possuem controle de conteúdo para captar com clareza a imagem de suas marcas nos mais diferentes setores. Certamente essas empresas pioneiras nesse âmbito terão vantagem frente ao mercado brasileiro, ainda voltado para as mídias convencionais.
O jornalista Andrew Edgecliff Johnson, do Financial Times e participante da conferência em Davos, comentou em recente entrevista como as novas mídias interagem simultaneamente entre si e com as mídias convencionais. Johnson aponta como um bom exemplo um jornalista da agência Reuters, que entrevistou uma blogueira no mundo virtual Second Life.
Vale lembrar também o “caso Coca-Cola e Mentos”. No ano passado um vídeo foi publicado no site YouTube, mostrando jovens colocando drops de Mentos em garrafas de Coca-Cola. A reação era uma “fonte jorrante de refrigerante”. O vídeo obteve mais de 100 mil visualizações, bem como mais de 8 mil vídeos similares foram criados após sua primeira veiculação. A companhia fabricante do Mentos afirma que o vídeo foi responsável por um aumento substancial nas vendas do produto nos EUA.

