14 Junho, 2007
O valor da comunicação com os públicos de contato
As empresas e entidades em geral têm dificuldade de se comunicar corretamente com todos os públicos que orbitam em torno da organização. Como se os públicos relacionados não precisassem receber diretamente informações sobre questões importantes para o negócio e a comunidade. Pior; na maioria das vezes, a notícia é repassada de segunda mão.
Uma passagem pitoresca, ocorrida este ano, ilustra bem o impacto que pode ser deflagrado quando algum público não é avisado corretamente sobre assuntos relevantes. O fato real aconteceu com o senhor Joaquim Pereira, em Cosmorama, no interior de São Paulo. Ele salvou o neto Mateus Pereira Araújo, de 8 anos, do ataque de uma sucuri. Para evitar preocupar a mãe do menino, que morava em São Paulo, o avô preferiu não comunicar o fato.
No entanto, pelo ineditismo do caso, a notícia rapidamente ganhou os portais de internet, as rádios e emissoras de TV. Por conta disso, a mãe, Izildinha de Fátima Pereira de Araújo, ficou sabendo do que aconteceu com o filho pela internet, lendo a notícia no portal G1, da Globo. Resultado: o que era positivo acabou gerando um conflito familiar, também noticiado pela imprensa.
Quando a organização está diante de uma questão estratégica — lançamento de produtos, ajuste de preços, obras, demissões, projetos sociais, interferências ambientais etc. —, é fundamental definir a melhor forma de relacionar e informar os interessados.
Entre tentar guardar um suposto segredo e informar adequada e rapidamente os públicos, a segunda opção é a de menor risco, evitando distorções e conflitos desnecessários. No caso da sucuri, uma ligação bastaria.
Uma passagem pitoresca, ocorrida este ano, ilustra bem o impacto que pode ser deflagrado quando algum público não é avisado corretamente sobre assuntos relevantes. O fato real aconteceu com o senhor Joaquim Pereira, em Cosmorama, no interior de São Paulo. Ele salvou o neto Mateus Pereira Araújo, de 8 anos, do ataque de uma sucuri. Para evitar preocupar a mãe do menino, que morava em São Paulo, o avô preferiu não comunicar o fato.
No entanto, pelo ineditismo do caso, a notícia rapidamente ganhou os portais de internet, as rádios e emissoras de TV. Por conta disso, a mãe, Izildinha de Fátima Pereira de Araújo, ficou sabendo do que aconteceu com o filho pela internet, lendo a notícia no portal G1, da Globo. Resultado: o que era positivo acabou gerando um conflito familiar, também noticiado pela imprensa.
Quando a organização está diante de uma questão estratégica — lançamento de produtos, ajuste de preços, obras, demissões, projetos sociais, interferências ambientais etc. —, é fundamental definir a melhor forma de relacionar e informar os interessados.
Entre tentar guardar um suposto segredo e informar adequada e rapidamente os públicos, a segunda opção é a de menor risco, evitando distorções e conflitos desnecessários. No caso da sucuri, uma ligação bastaria.

