12 Junho, 2007
Parcerias para a sustentabilidade
Os diversos problemas sociais brasileiros não serão solucionados por um agente apenas. Por isso, é essencial a união de esforços para otimizar os resultados e ter amplitude social em nossos projetos sociais. Os atores sociais juntos têm um enorme poder de transformação da realidade. A busca de parceiros sinérgicos é fundamental para que as ações tenham maior impacto, que os custos sejam reduzidos e que as experiências de uns possam ser aproveitadas por outros, aumentando a eficiência e a eficácia do trabalho social e otimizando o sistema como um todo.
Quando pensamos em parcerias, pensamos em uma cadeia de pessoas e organizações empenhadas em solucionar os problemas sociais existentes. Uma cadeia composta de muitos elos, todos igualmente importantes para a eficiência do sistema.
Criar uma parceria é muito mais do que “buscar dinheiro” para viabilizar uma ação, é estabelecer um relacionamento de longo prazo onde cada um dos parceiros tem um papel específico. O importante é que todos tenham a mesma visão, que persigam os mesmos objetivos, que “dancem juntos”.
A visão do investimento social faz de cada indivíduo um agente transformador da realidade. Sob esta ótica, a empresa que demonstra sua responsabilidade social - comprometendo-se com programas sociais voltados para o futuro da comunidade e da sociedade e adotando padrões de conduta ética que valorizem o ser humano, a sociedade e o meio ambiente – tem um diferencial competitivo significativo. Estas empresas conseguem agregar valor à sua imagem e, com isso, aumentam o vínculo que seus consumidores estabelecem com ela.
A maior parte das empresas privadas busca causas que tenham a ver com o seu negócio, causas que agreguem valor às suas marcas e com as quais possam envolver os seus funcionários. A seleção de ONGs que podem vir a se tornar parceiras é sempre feita com muito rigor e através de critérios bem definidos.
As parcerias são fundamentais para o sucesso de ações sociais. Escolher os parceiros, no entanto, não é uma tarefa fácil. As parcerias devem ser vistas como vínculos de longo prazo e ter parceiros fiéis e envolvidos com a causa facilita o atingimento dos objetivos comuns.
Quando pensamos em parcerias, pensamos em uma cadeia de pessoas e organizações empenhadas em solucionar os problemas sociais existentes. Uma cadeia composta de muitos elos, todos igualmente importantes para a eficiência do sistema.
Criar uma parceria é muito mais do que “buscar dinheiro” para viabilizar uma ação, é estabelecer um relacionamento de longo prazo onde cada um dos parceiros tem um papel específico. O importante é que todos tenham a mesma visão, que persigam os mesmos objetivos, que “dancem juntos”.
A visão do investimento social faz de cada indivíduo um agente transformador da realidade. Sob esta ótica, a empresa que demonstra sua responsabilidade social - comprometendo-se com programas sociais voltados para o futuro da comunidade e da sociedade e adotando padrões de conduta ética que valorizem o ser humano, a sociedade e o meio ambiente – tem um diferencial competitivo significativo. Estas empresas conseguem agregar valor à sua imagem e, com isso, aumentam o vínculo que seus consumidores estabelecem com ela.
A maior parte das empresas privadas busca causas que tenham a ver com o seu negócio, causas que agreguem valor às suas marcas e com as quais possam envolver os seus funcionários. A seleção de ONGs que podem vir a se tornar parceiras é sempre feita com muito rigor e através de critérios bem definidos.
As parcerias são fundamentais para o sucesso de ações sociais. Escolher os parceiros, no entanto, não é uma tarefa fácil. As parcerias devem ser vistas como vínculos de longo prazo e ter parceiros fiéis e envolvidos com a causa facilita o atingimento dos objetivos comuns.

