06 Agosto, 2007
Experiências das áreas de Comunicação e de RI integradas favorecem corporações
Com a expansão do mercado de capitais, as corporações com ações em bolsa tendem a reforçar o trabalho conjunto entre as áreas de Comunicação e de Relações com Investidores (RI). A parceria de expertises complementares permite melhorar o relacionamento com investidores e com agentes do setor. Esse caminho deverá ser trilhado pelas corporações, para que sua comunicação esteja em linha com as regras do mercado, evitando eventuais riscos e sanções.
Na prática, a linguagem das ações em Bolsa nem sempre é compreendida pelo comunicador, ao passo que a área de RI raramente dispõe de ferramentas para manter um discurso adequado aos públicos, de modo a proteger a imagem e a reputação da empresa. Aos poucos, estão sendo forjados perfis profissionais aptos a fazer a convergência dessas realidades.
Para ilustrar a importância de ações conjugadas entre as áreas há exemplos clássicos, como os de vazamento de informações, em que os danos à imagem da companhia extrapolam os limites do mercado. Recentemente, na aquisição da Ipiranga pelas empresas Petrobras, Braskem e Ultra, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) detectou indícios de que investidores teriam obtido informação privilegiada antes de o negócio ser oficializado.
Para gestão de situações como essa, os representantes de RI e de Comunicação podem organizar preventivamente o fluxo de informações durante o processo, fazendo um trabalho preventivo e preparando agenda de comunicação aos públicos de acordo com as regras estabelecidas.
Para o advogado Franco Grotti, do escritório Pinheiro Neto Advogados, é fundamental estabelecer restrições ao fluxo de informações quando uma empresa realiza operações envolvendo o mercado financeiro. Entre outras medidas, deve-se restringir o envolvimento no assunto à diretoria sênior da empresa e nomear um gestor que coordene o fluxo de informações. Além disso, Grotti afirma que a área de RI tem que estar atenta a movimentos atípicos das ações na Bolsa e a indícios de vazamentos na imprensa.
Esse monitoramento deve ser compartilhado com representante sênior da área de Comunicação, que pode ainda preparar workshops para treinar os executivos sobre o comportamento desejado durante uma negociação estratégica, ou realizar ações de endomarketing para disseminar boas práticas de governança corporativa.
Na prática, a linguagem das ações em Bolsa nem sempre é compreendida pelo comunicador, ao passo que a área de RI raramente dispõe de ferramentas para manter um discurso adequado aos públicos, de modo a proteger a imagem e a reputação da empresa. Aos poucos, estão sendo forjados perfis profissionais aptos a fazer a convergência dessas realidades.
Para ilustrar a importância de ações conjugadas entre as áreas há exemplos clássicos, como os de vazamento de informações, em que os danos à imagem da companhia extrapolam os limites do mercado. Recentemente, na aquisição da Ipiranga pelas empresas Petrobras, Braskem e Ultra, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) detectou indícios de que investidores teriam obtido informação privilegiada antes de o negócio ser oficializado.
Para gestão de situações como essa, os representantes de RI e de Comunicação podem organizar preventivamente o fluxo de informações durante o processo, fazendo um trabalho preventivo e preparando agenda de comunicação aos públicos de acordo com as regras estabelecidas.
Para o advogado Franco Grotti, do escritório Pinheiro Neto Advogados, é fundamental estabelecer restrições ao fluxo de informações quando uma empresa realiza operações envolvendo o mercado financeiro. Entre outras medidas, deve-se restringir o envolvimento no assunto à diretoria sênior da empresa e nomear um gestor que coordene o fluxo de informações. Além disso, Grotti afirma que a área de RI tem que estar atenta a movimentos atípicos das ações na Bolsa e a indícios de vazamentos na imprensa.
Esse monitoramento deve ser compartilhado com representante sênior da área de Comunicação, que pode ainda preparar workshops para treinar os executivos sobre o comportamento desejado durante uma negociação estratégica, ou realizar ações de endomarketing para disseminar boas práticas de governança corporativa.

