20 Março, 2007
Definição prévia de papéis é fundamental na gestão de crises
No trabalho de prevenção de crises, a divisão prévia dos papéis e as atribuições dos membros do time de gestão são tão importantes quanto a empresa ter um plano de contingência definido. Caso uma crise seja deflagrada, é fundamental que cada um saiba previamente quais são suas tarefas e como desempenhá-las, para acelerar a resposta da corporação diante do problema.
Algumas funções são mais claras para as empresas.Para dar apoio ao porta-voz, responsável pela transmissão dos posicionamentos no tom adequado, entra em ação a área de Comunicação, responsável também por gerenciar o fluxo de informações interna e externamente. Já as recomendações legais ficam por conta do Jurídico.
Mas nem todas as empresas se preocupam com a definição prévia de gestores técnicos treinados que possam levantar informações confiáveis. Esses apoios dentro de cada área são fundamentais para que a informação flua sem impedimentos.
Por seu conhecimento específico da área em foco e pelo acesso aos trabalhos das equipes que atuam diretamente na contenção do problema, o gestor técnico é o mais capacitado para garantir a correção da informação a ser transmitida. A Comunicação vai formatar o discurso da companhia a partir dessas informações. No caso de ocorrer uma crise envolvendo questões ambientais, por exemplo, a pessoa escolhida para apurar os fatos seria de áreas como Segurança, Saúde e Meio Ambiente.
As empresas devem mapear seus riscos potenciais, mastambém definir previamente para quem as informações devem ser enviadas, quem fica responsável pelas aprovações, quem lidera a estratégia, quem toma decisão. A divisão de tarefas faz parte da política de prevenção e traz agilidade, o que pode evitar arranhões na reputação da companhia e definir o rumo de uma crise.
Algumas funções são mais claras para as empresas.Para dar apoio ao porta-voz, responsável pela transmissão dos posicionamentos no tom adequado, entra em ação a área de Comunicação, responsável também por gerenciar o fluxo de informações interna e externamente. Já as recomendações legais ficam por conta do Jurídico.
Mas nem todas as empresas se preocupam com a definição prévia de gestores técnicos treinados que possam levantar informações confiáveis. Esses apoios dentro de cada área são fundamentais para que a informação flua sem impedimentos.
Por seu conhecimento específico da área em foco e pelo acesso aos trabalhos das equipes que atuam diretamente na contenção do problema, o gestor técnico é o mais capacitado para garantir a correção da informação a ser transmitida. A Comunicação vai formatar o discurso da companhia a partir dessas informações. No caso de ocorrer uma crise envolvendo questões ambientais, por exemplo, a pessoa escolhida para apurar os fatos seria de áreas como Segurança, Saúde e Meio Ambiente.
As empresas devem mapear seus riscos potenciais, mastambém definir previamente para quem as informações devem ser enviadas, quem fica responsável pelas aprovações, quem lidera a estratégia, quem toma decisão. A divisão de tarefas faz parte da política de prevenção e traz agilidade, o que pode evitar arranhões na reputação da companhia e definir o rumo de uma crise.
08 Março, 2007
O terceiro setor em busca da sustentabilidade
A dificuldade em captar recursos financeiros suficientes, através de doações e investimentos de instituições governamentais e empresas, para viabilizarem seus projetos é um dilema histórico das organizações sem fins lucrativos. Percebe-se um realinhamento natural em função de prioridades e de novas metodologias de avaliação de resultados de projetos sociais. As empresas passaram a ser mais seletivas e criteriosas ao investir no social seja pelo cenário econômico difícil e competitivo, pela necessidade de fazer cortes de custos fixos e também pela maior vigilância da sociedade sobre a ação cidadã das corporações.
Certamente, não faltarão recursos para as entidades que possuem foco, são idôneas e tem impacto mensurado nas comunidades. Aqui, os beneficiários se tornam bons porta-vozes e promotores de seu projeto facilitando a captação de recursos. É preciso reciclar o modus operandi da gestão social. Inovar e estar atento as mudanças mundiais são fatores cruciais para o sucesso de qualquer ONG.
Bons projetos são aqueles que atendem as demandas da sociedade que ultimamente se voltam para a sustentabilidade. É fácil perceber como o mundo todo fala, pensa e tenta praticar a sustentabilidade. A própria imprensa tem tido certo glamour com o tema e passado a desenvolver um olhar mais crítico. Empresas e partidos políticos passaram a investir recursos financeiros em um posicionamento pró sustentabilidade.
Nossas carências sociais são infinitas passando pela concentração de renda, pobreza, meio ambiente, educação, segurança, habitação, saúde e tantas outras. Os recursos, sim, têm limite. Medir os resultados e a eficiência dos projetos é uma boa forma de dar consistência e estimular investimentos.
As principais características dos bons projetos são:
- reforçam políticas públicas
- são auto-sustentáveis a médio prazo
- têm visibilidade
- estão em sintonia com as necessidades da comunidade
- são realizados por uma entidade idônea
- causam impacto nas comunidades onde estão inseridos
- podem ser replicados
- trazem retorno que pode ser medido
- transformam o valor investido em beneficio para a sociedade
Certamente, não faltarão recursos para as entidades que possuem foco, são idôneas e tem impacto mensurado nas comunidades. Aqui, os beneficiários se tornam bons porta-vozes e promotores de seu projeto facilitando a captação de recursos. É preciso reciclar o modus operandi da gestão social. Inovar e estar atento as mudanças mundiais são fatores cruciais para o sucesso de qualquer ONG.
Bons projetos são aqueles que atendem as demandas da sociedade que ultimamente se voltam para a sustentabilidade. É fácil perceber como o mundo todo fala, pensa e tenta praticar a sustentabilidade. A própria imprensa tem tido certo glamour com o tema e passado a desenvolver um olhar mais crítico. Empresas e partidos políticos passaram a investir recursos financeiros em um posicionamento pró sustentabilidade.
Nossas carências sociais são infinitas passando pela concentração de renda, pobreza, meio ambiente, educação, segurança, habitação, saúde e tantas outras. Os recursos, sim, têm limite. Medir os resultados e a eficiência dos projetos é uma boa forma de dar consistência e estimular investimentos.
As principais características dos bons projetos são:
- reforçam políticas públicas
- são auto-sustentáveis a médio prazo
- têm visibilidade
- estão em sintonia com as necessidades da comunidade
- são realizados por uma entidade idônea
- causam impacto nas comunidades onde estão inseridos
- podem ser replicados
- trazem retorno que pode ser medido
- transformam o valor investido em beneficio para a sociedade
02 Março, 2007
IC Digital PodCasting
IC Digital PodCasting é a novidade de Imagem Corporativa neste início de ano. Este boletim de áudio em plataforma web, de periodicidade quinzenal, trará entrevistas com lideranças do mundo corporativo e da área de comunicação. O boletim é mais uma atividade do núcleo IC Digital, criado em 2006 para realizar diagnósticos e soluções de comunicação em plataforma web para empresas dos mais diversos segmentos.
O primeiro entrevistado de IC Digital PodCasting é Eduardo José Bernini, CEO do Grupo AES no Brasil, que controla as distribuidoras AES Eletropaulo e AES Sul, as geradoras AES Tietê e AES Uruguaiana, a Comercializadora Infoenergy e mais duas empresas de telecomunicações, Eletopaulo Telecom e AES com.
A AES Eletropaulo é a maior distribuidora de energia elétrica do Brasil e tem 16,2 milhões de pessoas (8,8% da população do país) em sua área de cobertura.
Pós-graduado em Teoria do Desenvolvimento Econômico e em Economia do Setor Energético, nesta entrevista Eduardo José Bernini aborda, entre outros assuntos, o lançamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), os impactos do programa no setor elétrico e as perspectivas de investimentos do setor para os próximos anos.
Para ter acesso ao documento de áudio, basta clicar neste LINK ou baixar o arquivo anexo.
Em caso de problemas, clique aqui para baixar o arquivo em formato zip.
O primeiro entrevistado de IC Digital PodCasting é Eduardo José Bernini, CEO do Grupo AES no Brasil, que controla as distribuidoras AES Eletropaulo e AES Sul, as geradoras AES Tietê e AES Uruguaiana, a Comercializadora Infoenergy e mais duas empresas de telecomunicações, Eletopaulo Telecom e AES com.
A AES Eletropaulo é a maior distribuidora de energia elétrica do Brasil e tem 16,2 milhões de pessoas (8,8% da população do país) em sua área de cobertura.
Pós-graduado em Teoria do Desenvolvimento Econômico e em Economia do Setor Energético, nesta entrevista Eduardo José Bernini aborda, entre outros assuntos, o lançamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), os impactos do programa no setor elétrico e as perspectivas de investimentos do setor para os próximos anos.
Para ter acesso ao documento de áudio, basta clicar neste LINK ou baixar o arquivo anexo.
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