O PROBLEMA

A resolução n. 543 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) trouxe o simulador de direção veicular para o centro do debate sobre o trânsito no Brasil. A partir de 2016, a adoção do equipamento passaria ser obrigatória em todo território nacional.
A medida resultou em modificações nos processos de obtenção da CNH, dificuldades de adaptação das autoescolas, protestos de sindicatos, desconfiança de alunos e problemas com a implementação dos simuladores

O DESAFIO

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Para que serve um simulador de direção? Isso vai mesmo auxiliar a formar melhores motoristas?
Essa foi a principal questão que precisávamos responder, ao posicionar a empresa ProSimulador, do Grupo Tecnowise, na imprensa e ao educar o grande público sobre a importância e a utilidade dos simuladores de direção veicular.
Ao longo do ano percebemos como o equipamento é crucial em diversos aspectos da preparação dos condutores e como ele pode ser utilizado não só para a capacitação, mas para a melhoria das condições do trânsito nas cidades.

A SOLUÇÃO

Parte do trabalho de imprensa consistiu em monitorar esse processo, focalizando na adaptação das cidades, autoescolas e motoristas ao aparelho.
Com o tempo, o debate focalizou-se em sua utilidade como instrumento de preparação de condutores, como mecanismo de segurança e como complemento ao ensino prático.
Entretanto, ainda havia a necessidade de construir pautas positivas que não se relacionassem com medidas educativas, nem fossem reações à  adoção dos equipamentos.
Adotar novas abordagens foi uma forma de manter o simulador na imprensa, mas por meio de outros assuntos, que despertassem a atenção da imprensa a respeito de tópicos como: segurança no trânsito, condução sob efeito do álcool, cuidados que os motoristas devem tomar antes de viajar, etc.

RESULTADOS

A imprensa passou a entender melhor conceitos-chave e utilizou o simulador como mecanismo ilustrador de situações de risco e de direção defensiva.
Os frutos desse trabalho incluíram formação de opinião, esclarecimento sobre os impactos da adoção do simulador na obtenção da CNH, campanhas educacionais, entrevistas de especialistas, entre outras abordagens.
Estamos orgulhosos de poder contabilizar 661 menções positivas na imprensa ao longo de 2016.
Foram mais de 100 materiais produzidos, entre notas de esclarecimento, releases, artigos e sugestões de pauta.
O simulador esteve no ar nas principais emissoras de TV do país, em diversas transmissoras de rádio e dezenas de publicações impressas e eletrônicas em 26 estados do Brasil e no Distrito Federal.
Ao final, percebemos que a questão fundamental havia sido respondida, ganhando contornos de posicionamento e provocando uma transformação profunda na maneira de entender o papel do simulador em diversas questões importantes para a construção do trânsito no Brasil