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Medicina Fetal oferece modernidade para gestantes

Tecnologias de ponta diminuem os atuais 3% de gestações com má formação

A preocupação e o interesse das gestantes por uma gravidez mais tranqüila, associados à evolução da informática e da ultra-sonografia, fez com que a medicina criasse uma nova especialidade: a Medicina Fetal. O desenvolvimento dessa nova ciência justifica-se pela necessidade atual. De acordo com os dados do DATASUS – Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde -, as más formações de fetos atingem 3% das gestações – apenas um terço é detectado em exames obstétricos de rotina – e já são a segunda causa mais freqüente de óbitos neonatais no Estado de São Paulo e a primeira em complexos hospitalares de ponta.

Com o objetivo de aperfeiçoar as tecnologias destinadas aos diagnósticos e tratamentos intra-uterinos, a Medicina Fetal desenvolveu-se ao longo dos anos e transformou o feto, anteriormente considerado um coadjuvante, em paciente no processo gestacional. “Hoje, métodos desconhecidos para os clínicos começaram a ser explorados e entendidos, permitindo que muito da fisiopatologia de diversas afecções sejam mais compreendidas e novas abordagens diagnósticas e terapêuticas estejam inseridas na rotina de consultório”, afirma Dr. Jurandir Piassi Passos, obstetra do Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica, uma das 17 marcas da Diagnósticos da América / DASA.

A medicina fetal é imprescindível porque acompanha todo o período gestacional da mulher e possibilita uma intervenção médica a qualquer momento. “As gestações de risco são mais freqüentes do que podemos imaginar. A hipertensão e diabetes gestacional são fatores que aumentam os riscos de complicações da gestação, mal formações de fetos e morbi/mortalidade materno-fetal”, comenta Dr. Passos.

Até pouco tempo atrás, o obstetra contava apenas com poucos métodos propedêuticos – experiência clínica do obstetra e alguns exames subsidiários - para acompanhar uma gestação de risco, dependendo muito mais de seus conhecimentos clínicos e do bom senso. Hoje, a DASA conta com o que há de mais moderno em procedimentos desenvolvidos e utilizados pela Medicina Fetal, como Ultra-sonografia obstétrica morfológica de 1o e 2o trimestre, ultra-sonografia com dopplerfluxometria, cardiotocografia fetal, perfil biofísico fetal, ultra-sonografia 3D, avaliações laboratoriais, punções seriadas, derivações e transfusão intraútero. Alguns desses exames são realizados, exclusivamente, no Hospital e Maternidade São Luís, onde a DASA é responsável por todo o setor de medicina fetal.

Esses exames são utilizados para acompanhamento e tratamento das gestações de risco, dando suporte e atuando como aliado ao obstetra na condução dessas gestações. “Atualmente, os procedimentos disponíveis para o feto tem um papel importante e atuam como suporte ao médico para diagnosticar e prestar auxílio nos casos mais complicados”, conclui Dr. Passos.

Sobre a DASA
A Diagnósticos da América S/A é a maior empresa de medicina diagnóstica da América Latina e a quinta maior rede do mundo. Com cerca de 9 mil colaboradores, atende aproximadamente 53 mil pacientes por dia em mais de 300 unidades, processando, em média, 6,7 milhões de exames por mês. Oferece 3 mil tipos de exames de análises clínicas e diagnóstico por imagem. Atualmente, o grupo é formado por 17 marcas em dez estados – Delboni Auriemo e Lavoisier, em São Paulo; Bronstein, Med Imagem e Lâmina, no Rio de Janeiro; Club DA, em São Paulo e Rio de Janeiro; Pasteur, Exame e MedLabor, em Brasília; Curitiba Santa Casa e Frischmann Aisengart, em Curitiba; Laboratório Álvaro, em Cascavel e Foz do Iguaçu; CientíficaLab, em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro; Image Memorial, em Salvador; VITA Lâmina, em Florianópolis; Atalaia, em Goiás; e LabPasteur, em Fortaleza

Informações para a imprensa:
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